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03 julho 2011

Em entrevista, os autores do "Almanaque Anos 80"

E dá-lhe memória afetiva!

Responda rápido: quantos joysticks você quebrou jogando Atari? Teve pesadelos com bonecos do Fofão? E ouviu Ultraje a Rigor, Ritchie e Dr. Silvana? Assistiu na Sessão Comédia a Super Vicky, A gata e o rato e Punky, a levada da breca? Tentou descobrir quem matou Odete Roitman? Fez bola de chiclete com Bubbaloo? Essas e outras recordações, descritas e ilustradas no livro "Almanaque dos anos 1980" (Ed. Ediouro), foram pinceladas cuidadosamente pelos autores Mariana Claudino, 36 anos, e Luiz André Alzer, 39, autênticos personagens da época. Publicado em 2004, o livro é feito para a geração da década e também para aqueles que gostariam de ter dançado uma lenta ao som de Menudos ou assistido a filmes como "Os Goonies". Nesta entrevista, os autores contam como tiraram a poeira de episódios marcantes dos anos 1980.

Como foi feita a seleção dos eventos, personagens e invenções que marcaram a década de 1980?
Mariana — Fizemos um trabalho intenso na Biblioteca Nacional, pesquisamos jornais e revistas desde 1º de janeiro de 1980 — que teoricamente não é década de 80, já que a década começa oficialmente em 1981, mas resolvemos incluir — até 31 de dezembro de 1990. Passamos alguns meses vasculhando o que julgávamos interessante. Mais do que notícias, que serviram para contextualizar a época, a gente se deparou com anúncios e propagandas de brinquedos, guloseimas, tijolinho de cinema, grade de programas de televisão... O termômetro era a nossa lembrança e a lembrança dos amigos. Depois dessa fase de pesquisa, contamos com ajuda de amigos, sites e empresas e fomos à caça de fotos e mais informações.

Luiz André — O trunfo do Almanaque é misturar essa memória afetiva com dados precisos, datas checadas, informações de fato pesquisadas. Poderíamos simplesmente fazer um livro com as nossas saudades, mas a ideia era que fosse um retrato da geração. Daí a necessidade de checar se determinada banda só lançou um disco ou teve, realmente, alguma representatividade. E mais do que isso: por se tratar de um livro nacional, não dava para entrar algum produto ou personagem unicamente regional. Quanto às pesquisas, isso era quase uma necessidade nossa da profissão. Não queríamos um livro frouxo, apenas saudosista. Era preciso ir a campo, pesquisar em jornais, revistas, com empresas... Vale dizer que quando o livro foi lançado, em 2004, a quantidade de informações e fotos sobre a década na internet era muito limitada. Especialmente informações precisas.

Vocês acreditam que o almanaque abraçou todos os episódios marcantes da época ou tiveram que deixar de fora episódios interessantes?
Mariana — A gente incluiu muita coisa, mas são só 304 páginas para uma década inteira... Além disso, a ideia nunca foi fazer uma enciclopédia, um tratado ou um trabalho jornalístico. O que quisemos foi fazer um apanhado do que foi mais marcante e divertido para a geração que era criança/adolescente na época. O livro tem muito desse lado divertido, lúdico mesmo.

Luiz André — Deixamos propositalmente de fora alguns acontecimentos marcantes da década. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, já no apagar das luzes da década, não está no livro. É indiscutível que foi um dos fatos mais relevantes da década, mas não era um símbolo daquela geração, mas sim dos nossos pais. Assim como também não entraram as mortes de ícones com Elis Regina e Garrincha — dois personagens brasileiros fundamentais, mas muito distantes da juventude/infância da década. Por outro lado, falamos de economia, mas por uma outra ótica. Destacamos, por exemplo, o que se dava para comprar com a nota de ‘um barão’ (ou mil cruzeiros) ano a ano, e fica evidente a desvalorização da moeda. Ou seja, é uma forma de falar de inflação, só que como atingia as pessoas.

Quais desses episódios, vocês apontariam como os mais interessantes publicados no almanaque?
Mariana — O Almanaque trabalha muito com a questão da memória afetiva, então isso acaba sendo uma resposta muito pessoal, e a minha resposta pode parecer um pouco alienada, mas não é, porque a ideia do livro é matar saudade, emocionar quem era criança, jovem naquela época. Por isso, para mim, o que é mais interessante no Almanaque pode não ser o mais representativo politicamente, por exemplo. Eu fui ao comício das Diretas Já com a minha mãe, aos 10 anos, tinha consciência política, mas gostava mesmo era das minhas Barbies. As novelas e programas de televisão dos anos 1980 são, na minha opinião, imbatíveis. Atualmente, vejo a reprise de Vale tudo e percebo como aquela década foi interessante também por esse ponto de vista. Ao mesmo tempo, a nossa pesquisa revelou algumas informações engraçadas e pitorescas que pouca gente sabia: José Mayer, por exemplo, dublava a voz do Burro Falante, do Sítio do Pica-pau amarelo. Ou que Moacyr Franco fez teste para ser o Bozo...


Luiz André — Para mim, o emblema da década é o rock brasileiro, com pesos pesados como Titãs, Legião Urbana, Paralamas, Barão Vermelho e Cazuza, Ultraje a Rigor... É a trilha sonora que marcou toda uma geração e que influenciou quase todo o rock que veio depois. Mas foi também a época em que a televisão teve alguns marcos importantes: as novelas de humor no horário das sete — que teve como ícones Guerra dos sexos e Que rei sou eu? —, que perduram até hoje. A linguagem de videoclipe e quadrinhos de Armação ilimitada e que até hoje é repetida nos programas jovens, inclusive os da MTV. E o humor escrachado e meio anárquico da TV Pirata e do Perdidos na noite, do Fausto Silva, que inspiraram quase todos os programas de hoje em dia. No esporte, um dos marcos dos anos 1980 foi a Fórmula 1. Nós conquistamos cinco títulos mundiais na década: três com Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987) e dois com Ayrton Senna (1988 e 1990), que transformou o Tema da vitória num clássico dos anos 1980.

E por que a década de 1980 exerce tanto fascínio não só nas pessoas que a viveram, como também em jovens que não viveram, mas gostariam de ter experimentado tudo o que se passou no período?
Mariana — Lembro que nos anos 1980 o revival era dos anos 1960. Na minha opinião, é preciso um distanciamento de tempo para rever e relembrar uma década. Hoje, estamos na época de relembrar os anos 1980, e daqui a pouco é a vez de lembrar os anos 1990. Sou suspeita para falar, mas os anos 1980 são muito particulares: início da era tecnológica, anistia e abertura política, movimento do rock nacional, nova linguagem de humor na televisão… Foi uma época de transição, e isso causa um certo encanto.


Luiz André — Nela vimos a geração da transição. Juntou o analógico, que vigorou até os anos 1970, com o digital, que explodiu nos 1990. Talvez tenha sido a única geração em que a garotada teve tanto fascínio pela tecnologia do Atari e pela ‘novidade’ do videocassete quanto pelos jogos de tabuleiro, como War, Detetive, Master... Sem contar que é uma geração muito mais descompromissada, menos sisuda como as das décadas anteriores, que tinha uma bandeira para lutar. Foi a primeira geração depois de longos anos que poderia se expressar livremente, que podia tanto discutir as Diretas Já e dar um voto de protesto no Macaco Tião quanto dançar ao som de Dr. Silvana e Metrô. E esse fascínio com a garotada de hoje em dia também se deve a um ponto importante: quem tem hoje entre 35 e 50 anos, que viveu intensamente os anos 1980, hoje é pai/mãe de crianças e adolescentes. É natural que queiram mostrar para seus filhos o que de bom teve na sua época.


Fonte: Correio Braziliense

12 novembro 2010

Ricky Martin: Leia trechos inéditos da autobiografia

Na publicação, cantor divide momentos da infância, carreira no Menudo e sexualidade

Ricky Martin está lançando sua autobiografia "Eu". No livro, o cantor divide as lembranças de sua infância, a experiência no grupo Menudos e a descoberta de sua sexualidade. Ele, que se assumiu gay há pouco tempo, conta que teve experiências com homens e mulheres, "mas nenhuma durou o suficiente para ser considerada um relacionamento". Leia trechos inéditos da biografia:


"Trabalhei tão intensamente quando estava no Menudo que no último ano já estava cheio de estar na banda. Ainda adorava as apresentações, a música, estar no palco, mas, para ser honesto, estava completamente exausto. Simplesmente não aguentava mais..."



"Depois que deixei o Menudo, tive experiências com homens e mulheres, mas nenhuma durou o suficiente para ser considerada um relacionamento. Pouco tempo depois de chegar ao México, conheci uma mulher maravilhosa que era apresentadora de um programa de televisão de muito sucesso, e desde o momento em que a vi me senti atraído por ela... Foi nessa hora que o universo colocou outro grande amor no meu caminho – um amor daqueles em que você mergulha de corpo e alma, e dessa vez foi um homem, por quem quase desisti de tudo...... Foi por causa desse relacionamento que me assumi para a minha mãe. Decidi contar para o mundo que aceito a minha homossexualidade e celebro este dom que a vida me deu".

"Meu pai é um ser humano incrível. É psicólogo profissional e tem uma maneira particular de ver o mundo, muito aberta".

Fonte: EGO


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02 março 2010

ENTREVISTA // Laís Eiras, autora de "80 Maníaca"

De BH para o mundo, a história de uma jovem, que tendo sido criança nos anos 80, desejou retornar à época adulta. No balanço das horas, algumas coisas (não) podem mudar!

Clipe Clipe da hora!

Leia um capítulo



Lembra do Genius? Então, esqueça. A moda agora é fazer pedidos online. Como? Eis a história de Luísa, que com apenas um clique no site Realizador de Sonhos foi parar na década perdida. E, não é que essa viagem acabou rendendo um livro? Em meio a celebridades estranhas que tanto agradaram a moçada 80ista, a ex-jornalista e DJ (atualmente escritora), Laís Eiras empresta sua imaginação à Luísa, uma jovem apaixonada pela cultura da década de 80. Em meio a transformações políticas, amores juvenis, surgimento do rock nacional, canções new wave e muito gel com glitter, a autora desvenda o porque de músicas sobre ursinhos de pelúcia causarem tanto furor na mulherada, conclui que nossas pin-ups eram as chacretes da época e que os pôsteres do Dominó, Menudos e NKOTB ficam melhor lá atrás, no armário da adolescência. Só então, ela dispara: “Toda época tem coisa boa. O importante é saber equilibrar a nostalgia com o momento de se ligar nas novidades”.

Lançado no segundo semestre de 2009 (veja foto da capa), cada capítulo começa com o depoimento de alguma "testemunha" dos anos 80 sobre a cena musical. Entre eles: Evandro Mesquita, Dé Palmeira (ex-Barão Vermelho), Luciano Nassyn (ex-Trem da Alegria), Guilherme Isnard (banda Zero), Clemente (Inocentes / Plebe Rude) e José Eduardo Mendonça (ex-editor da revista Bizz).

A pleno vapor nas vendagens, Laís usa também o twitter para criar pequenas novas histórias de @luisa_80maniaca e @rickmauro. Peraí, você não sabe quem é esse tal de Rick Mauro? "Uma mistura de Leo Jaime, Roger, Leoni, Dinho e Philippe Seabra", define a rockeira de 30 anos. Que tal a leitura? Aventure-se agora mesmo com Luísa, o ídolo Rick Mauro e uma série de outros personagens no site Oitenta Maníaca. Lá tem tuuuudo sobre o livro; link para compra, sinopse, vídeos que inspiraram a história e um capítulo disponível para leitura. 80 maníacos, preparem-se! Em 2010, ela vai invadir a sua praia. Essa onda vicia ...
Abaixo uma entrevista especial para o Canal 80:

Canal 80 - Quem é Laís Eiras? E, por quê os anos 80?

Laís Eiras - Sou uma pessoa que gosta de escrever, que gosta de música, que gosta de anos 80 e que sempre adiciona uma dosezinha de imaginação à realidade para torná-la mais divertida. O meu livro é exatamente um resultado disso tudo. Engraçado é que não consigo explicar muito bem o porquê de gostar tanto dos anos 80. Acho que foi a época em que eu conheci o mundo e a irreverência e o "colorido" de toda a cultura pop da época, que me marcaram bastante na infância.

Canal - A ideia do livro surgiu quando? Fale um pouco sobre a trama de "80 Maníaca" e esse tal de ‘Realizador de Sonhos’.

Laís - A idéia do livro surgiu de um fato real. Em setembro de 2008 fui a um show de vários artistas dos anos 80 e foi uma viagem no tempo quase literal. Algumas "coincidências" dignas de filme me fizeram pensar que aquela história merecia ser contada, mas com uma dose de imaginação para ficar mais interessante. O livro conta a história de uma moça, beirando os 30 anos, que havia sido criança nos anos 80 e desejava voltar a eles, mas adulta dessa vez. Além disso, ela nutria desde a infância uma paixão pelo maior ídolo pop da década, o Rick Mauro. Luísa, a personagem, recebe de uma amiga o link do Dreamsrealizator, o site do gênio, que realiza absolutamente todos os pedidos feitos. Para desafiá-lo, Luísa faz três pedidos, sendo um deles voltar à década perdida e, quando ela menos espera, o desejo se realiza.

Canal - Luísa representaria seu Alter Ego? E o Ricardo? Fale sobre a construção dos personagens.

Laís - Todos os personagens são baseados em pessoas reais. Na verdade, acho muito difícil construir personagens que não tenham nada parecido com as pessoas que passam pelas nossas vidas. A Luísa é sim o meu alter ego. A paixão pelos anos 80, o romantismo, o gosto pelo jornalismo musical e o lado estabanado são características que a personagem "herdou" da autora. O Rick é muito especial; é uma mistura de Leo Jaime, Roger, Leoni, Dinho e Philippe Seabra. Ele é uma forma que encontrei de simbolizar o ídolo dos anos 80.

Canal 80 - Como as testemunhas reais interagem na obra? Quem veio atrás de quem?

Laís - Achei que podia ser interessante colocar alguns depoimentos de pessoas que construíram para esse contexto do rock nacional. Uma grande honra foi ter tido o depoimento do Evandro Mesquita logo no início, um dos ícones deste cenário em que a história acontece. Outro depoimento legal foi do Dé Palmeira, ex-Barão Vermelho, falando da apresentação deles no Rock in Rio I, já que a história da Luísa também passa por lá. Vários outros depoimentos foram bem legais e, pelo que já tive de retorno, ajudaram a criar para a leitura um clima de 'volta no tempo'. Graças à internet, eu corri atrás de todos eles e deu certo. Mas os depoimentos estão bem separados da história, aparecem no início de cada capítulo.

Canal - A web te ajudou muito na divulgação do livro. Como se dá sua parceria com as mídias sociais e os sites Talk Interactive, Skoob e Reverbnation (também usado pelo Ritchie e Ultraje)? No livro, inclusive, você cita a relação fã / ídolo através da tecnologia. Para você toda esta parafernália ajuda ou atrapalha?

Laís - Tive como princípio básico na hora da divulgação, atirar para todos os lados e depois medir o que deu mais resultado. Criei twitter para os personagens (@luisa_80maniaca e @rickmauro) e quem os segue já pôde presenciar inclusive algumas "discussões de relação" entre eles. A Talk é porque uma das personagens mais importantes do livro, a jornalista Soraya Cruz, trabalha lá. Na vida real, ela é a Soraya Coelho e comentou um pouco sobre as minhas experimentações virtuais para divulgar o livro. Acho que essa tecnologia ajuda muito sim. Sem ela, penso que o livro não existiria, ou seria muito diferente do que é.

Canal - Desde o lançamento do livro, em 2009, como tem sido o contato com os fãs / leitores? Em sua opinião, atravessamos mesmo um revival 80ista ou a “década perdida”, de fato, deixa saudades?

Laís - Tem sido muito bom! Acho muito divertido encontrar outros 80 maníacos por aí. Achava que eram poucos e me surpreendi com a quantidade de gente que se identifica com a Luísa. "Tecnicamente" o revival de anos 80 já era para ter acabado. Mas acredito que os anos 80 continuam na moda, sendo relidos sob a forma de músicas, videoclipes, filmes, roupas, etc. (No momento em que respondo a esta entrevista, estou usando um brinco de raio que comprei há três dias em uma loja moderninha na rua Augusta).

Canal - Como estão as vendagens do livro? A compra é feita via internet ou para download?

Laís - Estão indo bem. "80 Maníaca" está à venda pelo site Clube dos Autores. O comprador recebe o livro de papel mesmo, em casa.

Canal - No seu blog, você tem uma seção chamada ‘Você nos anos 80’. Diga para nós, como era a Laís nessa época.

Laís - Eu era uma menina magrela (disso eu tenho saudades), de óculos e estrábica (disso eu não tenho saudades), que adorava assistir Chacrinha e sonhava em crescer para ir nos shows das bandas que escutava no rádio.

Canal - Complete a frase: No quarto você tinha um pôster do Menudo, Dominó, Guns ou ... ?

Laís - Menudo!!! Sem dúvida! Sempre curti aquele sotaque...

Canal - Por fim, como ex-DJ, qual seria seu Top 5 80ista? E, por quê?

1 - Girls Just Wanna Have Fun - Cindy Lauper
Essa é uma espécie de hino. Demonstra bem o clima de diversão e despreocupação da década.

2 - What a Feeling - Irene Cara
"Take your passion and make it happen" é a frase da minha vida!

3 - Pro Dia Nascer Feliz - Barão Vermelho
Essa também acho que foi um hino, mas um hino da democracia, do fim da ditadura, da esperança no Tancredo Neves. Apesar de não ter assumido a presidência, ele foi um ícone de um "novo Brasil".

4 - Miracle of Love - Eurythmics
Romântica ao cubo e levemente cafoninha, além de ser muito a cara dos anos 80, é a trilha sonora do romance da Luísa e do Rick Mauro, no meu livro.

5 - No Balanço das Horas - Metrô
Gostosa de dançar e passa muito bem essa ansiedade que nós mulheres temos ao esperar o telefone tocar. Nos dias de hoje, um e-mail ou SMS chegar. Bem a cara da Luísa.

Redação Canal 80

22 abril 2009

Almanaque Anos 80: Leia trechos!

"É com você, Lombardi!" e "Quem matou Odete Roitman?": alguns dos bordões que marcaram época

Com bordões como esse, os anos 80 estão mais do que revivos, em nossas corações e mentes. Quer ver? Luiz Caldas, Elke Maravilha, Bozo e Simony. O visual está todo aí, de volta. As cores, os ídolos ... Saudosismo puuuuro! Eles vão ali, disfarçam, mas exalam mil lembranças a toda hora.

Dividido em 8 capítulos (Televisão, Revistas, Figurinhas & Livros, Música, Cinema, Esporte, Guloseimas, Diversão e Modismos) e escrito a quatro mãos pelos jornalistas Mariana Claudino, 34 anos, e Luiz André Alzer, 37, lembramos aqui um pouco desta viagem no tempo - com fotos e curiosidades - sobre a década perdida.

A obra, que, segundo os autores, nasceu mesmo de uma autêntica roda de bar carioca, está no mercado desde 2004. É mole ou quer mais? Brincadeiras e saudosismos à parte, o trabalho foi levado muito a sério pela dupla. Já que foram, mais ou menos 5 meses, só pesquisando tudo quanto é material para composição do "manual" ilustrado. Para eles, "um álbum de lembranças" seria o termo mais apropriado.

Febre nos anos 80, o programa do Chacrinha revelou Angélica
(direita) como "A Criança Mais Bonita do Brasil"

Abordamos a publicação por garantir diversão na certa em meio a um material riquíssimo para consulta (ontem, hoje e sempre). E exatamente por isso, graças a Biblioteca do Google, postamos aqui alguns trechos para você conferir. Delicie-se! E, se você tiver o livro, ok. Pode passar batido. Senão, recomendamos ao menos uma leitura dinâmica. Com certeza, você "perderá" horas sem se dar conta ...
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Update:
E, para atiçar ainda mais o cheirinho de naftalina juntamos mais um pouquinho desta infância querida. Vamos lá?




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Abraços nostálgicos e boa leitura!

Redação Canal 80

14 fevereiro 2009

DICA DA SEMANA: Leia aqui a história da Blitz!

Livro de jornalista retrata uma das bandas mais influentes e criativas da geração 80

O jornalista Rodrigo Rodrigues lançou “As Aventuras da Blitz” (Ediouro), que resume a carreira da banda que reunia Evandro Mesquita, Fernanda Abreu, Marcia Bulcão, Ricardo Barreto, Antônio Pedro Fortuna, William Forghieri, Juba e contou com uma passagem relâmpago de Lobão.

São 300 páginas de puro rock anos 80 em formato divertido de almanaque e, com uma leitura ágil, que agradará em cheio os fãs da banda e de tudo o que envolve a geração oitentista.

Agora, se você ficou realmente curioso, leia antes um trecho do livro e depois dispare para a livraria mais próxima. Agora, se a grana está pouca, não desanime. Que tal rever uma balada de 1982?

Mais uma de amor" (geme, geme) - Blitz


Com informações da MTV.

Redação Canal 80

Leia também
@ Bastidores da Blitz são registrados em livro ilustrado

08 fevereiro 2009

ACONTECEU: História do RPM agora em livro

Leia AQUI um capítulo de "Revelações Por Minuto"



Mais um livro sobre o rock anos 80 é editado. Agora chega a vez de "RPM - Revelações Por Minuto" (Companhia Editora Nacional), escrito pelo jornalista Marcelo Leite de Moraes, com 440 páginas.

O livro narra o trajeto da banda RPM, através dos próprios ex-integrantes: Paulo Ricardo, Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e P. A..

Entre as diversas histórias que cercam o grupo, está o posto de megabanda dos 80. Afinal de contas, na época, o RPM lotava estádios e chegou a vender 2,5 milhões de cópias de um só disco.

Preço sugerido: R$ 62

Fonte: MTV

ACONTECEU: "Barão Vermelho - Por que a Gente é Assim"

Leia AQUI um trecho da biografia!

Folhei aqui 8 páginas

Mais uma importante biografia nacional chegou às livrarias em 2008. Depois de um certo atraso, chegou a vez do Barão Vermelho.

"Barão Vermelho - Por que a Gente é Assim" (Editora Globo) é escrito pelo eterno mentor do grupo Ezequiel Neves, ao lado do baterista Guto Goffi e do jornalista Rodrigo Pinto.

O livro vem acompanhado de um CD bônus, com gravações inéditas, letras originais do início da carreira e um encarte escrito por Frejat.

Em outras palavras, a biografia foi toda entregue nas mãos da própria banda. Entre os assuntos peculiares que sempre envolveram a trajetória do grupo, estão a velha tríade sexo, drogas e, claro, muito rock´n´roll.

Fonte: MTV

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23 janeiro 2009

NY Times: Leia artigo de estreia do líder do U2

Em sua primeira coluna, no último dia 11, cantor falou sobre sua paixão por Sinatra

O vocalista do U2, Bono, ganhou uma coluna definitiva no jornal The New York Times, e no interessante artigo de estreia, publicado no final de semana, o compositor traz uma série de reflexões sobre sua terra natal, a Irlanda, o que ele aprendeu ouvindo Frank Sinatra e considerações sobre o tempo que ambos passaram juntos enquanto o "Ol' Blue Eyes" ainda era vivo.

Bono finaliza a coluna comentando a demora do novo álbum do U2, se perguntando o que Sinatra pensaria disso - "ele e sua famosa impaciência com diretores, produtores - todo mundo, na verdade" - e o dom de Sinatra de cantar como se nunca houvesse cantado antes e como se nunca fosse cantar novamente, talento restrito a poucas pessoas. Leia na íntegra em inglês aqui.

De acordo com a Associated Press, a coluna virá acompanhada de um podcast e ambos vão girar em torno de diversos assuntos. De qualquer forma, ainda não se sabe com que frequência a coluna será publicada.

No Line on the Horizon, o novo do U2, sai em 2 de março, em cinco versões.

Fonte: IG

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25 dezembro 2008

Retrospectiva 2008: "Vivendo e não Aprendendo" inspira e-book do IRA!

Álbum de 1986 inspira livro digital que pode ser baixado gratuitamente na web


O disco "Vivendo e não Aprendendo", lançado pelo extinto IRA! no ano de 1986, serviu de inspiração para o escritor Vítor Pacheco Júnior escrever o e-book que leva o mesmo nome e está disponível para download gratuito no site Mojo Books, que desde 2006 lança livros baseados em álbuns do pop/rock e já tem quase cem lançamentos no catalógo.

O disco em questão foi o segundo do IRA! a ser lançado e até hoje é considerado tanto pelo público como pela crítica como o melhor da discografia da banda, e de onde saíram hits como "Flores em Você" e "Envelheço na Cidade" e que renderam para o grupo um disco de ouro.

Fonte: Whiplash!

18 dezembro 2008

Leia agora! A biografia de Madonna contada pelo próprio irmão da cantora

Irmão mais novo da popstar revela as diferentes fases da cantora: de sra. Sean Penn, a amante de Warren Beatty, mãe carinhosa e atual ex-sra. Guy Ritchie


Como o título já entrega, “A Vida Com Minha Irmã Madonna” (Editora Planeta) é uma biografia da cantora contada pelo próprio irmão mais novo da pop star, Christopher Ciccone.
Durante grande parte da carreira da estrela, Christopher desempenhou um papel importante em sua vida: foi seu dançarino de apoio, assistente pessoal, camareiro, decorador, diretor artístico e diretor de turnês.

O irmão esteve com ela em todos os momentos e viu todas as mudanças antes de qualquer outra pessoa. Desde a mimada filhinha de papai, a baterista punk. Da moleca do interior, a Material Girl. A sra. Sean Penn, a amante de Warren Beatty, a mãe carinhosa, a sra. Guy Ritchie.

O livro de Christopher Ciccone tem como base os 47 anos que passou ao lado da mulher mais famosa de nossa era, a personalidade que há décadas intriga, escandaliza e diverte milhões de pessoas.

Ou seja, se você quer saber algo sobre Madonna, ninguém melhor para te contar isso do que seu irmão.

Fonte: MTV

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