Jovem é entrevistado após ser contratado pelo programa "Entertainment Tonight"Durante a conversa, conduzida pela colega Brooke Anderson, o adolescente contou de onde vem sua maturidade. "Foi graças ao meu pai", disse.
Jovem é entrevistado após ser contratado pelo programa "Entertainment Tonight"

A filha única da cantora Whitney Houston, que morreu em fevereiro, disse que ainda escuta palavras de estímulo da mãe, e uma cunhada da artista revelou detalhes inéditos do dia em que ela foi encontrada morta num hotel da Califórnia. Foram as primeiras entrevistas de ambas desde a morte dela.
Bobbi Kristina Brown, de 19 anos, disse à apresentadora Oprah Winfrey que está se recuperando "tão bem quanto possível" da repentina morte de Whitney, achada morta na banheira de um quarto de hotel de Beverly Hills em 11 de fevereiro, aos 48 anos.
"Posso ouvir a voz dela, sabe, e o espírito conversando comigo, me dizendo, sabe, 'continue, garota, estou bem aqui, achei você'... Ela sempre está comigo. Sempre posso senti-la", disse a moça, que é filha do cantor Bobby Brown.
Ela contou que as luzes da casa onde vivia com a mãe, em Atlanta, costumam "acender e apagar sozinhas, e eu digo: 'Mamãe, o que você está fazendo?'... Ainda consigo rir com ela. Posso sentar lá e ainda consigo conversar com ela."
Famosa desde a década de 1980, numa carreira que teve seu auge com o sucesso "I Will Always Love You", de 1992, Whitney teve graves problemas com o uso de álcool, drogas e remédios.

Na mesma entrevista, Patricia Houston, cunhada e empresária da artista, contou que ela foi achada nua e de bruços na banheira por sua assistente, Mary. Um segurança, irmão de Patrícia, tentou em vão reanimar Whitney.
Uma lágrima rolou pelo rosto da mulher ao se lembrar da imagem da sua cunhada morta no chão do quarto de hotel. "Ela tinha uma paz, um aspecto... Ela tinha um aspecto pacífico", disse Patricia.
Finalmente, Oprah perguntou a Gary Houston, irmão da cantora e marido de Patricia, se era verdade que a família pedira a Brown, que se divorciara de Whitney em 2007, para que não fosse ao funeral dela. Gary negou.
Brown esteve no funeral, mas saiu mais cedo, alegando uma confusão com a segurança a respeito dos assentos.
Gary Houston contou que a família não ficou chateada com a foto de Whitney no caixão, publicada por tabloides, e acrescentou que a mãe deles há muito tempo tinha premonições sobre a morte prematura da cantora.
"Eu lembro que minha mãe costumava dizer ...: 'Whitney não vai estar conosco por muito tempo'", afirmou Gary. "Ela é um anjo. Ela é um presente."
Fonte: Reuters
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Apresentadora, que faz 49 anos nesta terça, 27, diz que sempre soube que não subiria ao altarEm entrevista à revista Quem desta semana, Xuxa Meneghel respondeu algumas perguntas dos leitores. A apresentadora falou sobre relacionamentos e o que mais lhe atrair em um homem. "Claro que já fiquei com anônimos. E o que me chama atenção em um homem é ele ser moreno. Gosto de mulatos ou negros. E altos", disse ela.
Xuxa também revelou que desde os cinco anos sabia que não iria subir ao altar. "Casar é contra minha essência! Se as pessoas querem se casar, que sejam felizes. Mas eu tenho minhas dúvidas se é preciso assinar um papel para se dizer que gosta de alguém", opinou.
Os leitores também perguntaram por que ela costuma usar roupas de mangas longas. "Não acho que sou uma pessoa que tenha um corpão para ficar mostrando. Não me sinto bem com coisas apertadas. Por mais que pessoas que trabalhem comigo digam que eu deveria usar umas calças de periguete, eu não vou me sentir bem", respondeu aos risos.
Leia abaixo alguns dos melhores trechos:
Como era ser modelo brasileira fora do país naquela época (os anos 80)?
Marta Peixoto, São Paulo (SP)
X: Pela primeira vez fui viver longe da minha casa. Não dava para ficar ligando para minha mãe, era muito caro. Nem tinha celular. Ficava gravando fitas cassete quase como se fosse um diário. Eu chorava, dizia a saudade que tinha da mãe, do (cachorro) Xuxo. Era tão difícil. E ainda fui roubada. Como eu só andava de bicicleta, me levaram três delas, acredita? As pessoas diziam: “Que corpo você tem!”. Mas é claro! Eu só andava de bicicleta, o dia inteiro, para todo lugar que ia! Era músculo puro (risos). Quando voltei, a mãe disse que estava com saudade e perguntou: “Como foi tudo?”. Eu dei as fitas para ela e falei: “Toma, quando a senhora tiver tempo, escuta isso!” (risos).
Como foi a transição de modelo para apresentadora infantil?
Fábio Felipe, Belo Horizonte (MG)
X: Eu e Luiza (Brunet) éramos as tops daqui na época. E fui para Nova York bater de agência em agência, tentar a vida lá. Depois de três meses, queriam que eu fosse para a Itália e a França. Aí, surgiu a oportunidade de trabalhar na TV do Brasil e eu disse: “Estou voltando!”. Nas primeiras semanas, ainda passava de segunda a sexta-feira em Nova York e vinha para a Manchete no sábado e domingo para gravar os programas. Fiz isso por um tempo, mas comecei a gostar mais de trabalhar com criança do que na moda.
Você já teve uma rotina menos glamourosa antes da fama?
Sandra Clara Pereira, Salvador (BA)
X: Ah, nessa época de modelo eu é que fazia tudo. Era assim: de segunda a sexta-feira, nem arrumava o apartamento (risos). Não dava tempo. No sábado, botava tudo pra baixo. Limpava tudo, lavava roupas. Imagina o que não era um apartamento pequeno, quarto e sala, todo bagunçado a semana toda. Era um horror (risos)! Às vezes, fotografava com uma Polaroid e mandava para a mãe ver a bagunça. Ela dizia: “Minha filha, não te ensinei isso!”. Mas era limpar ou dormir! Fora a comida que eu tinha que comer. Era eu que fazia, então, fiquei com 54 quilos (risos)! Foi a época em que fiquei mais magra.
Você ainda não chegou lá, mas já diz por aí que tem 50 anos. Não se preocupa com a menopausa?
Marieta Ferraz, Campinas (SP)
X: Cinquenta anos é meio século, né (risos)? Mas eu não aguento mais ficar menstruada. Ela (a menopausa) ainda não chegou. Eu sofro com menstruação desde muito nova. Fico pensando: quando é que vai chegar a menopausa (risos)? Mas só vou me preocupar com o fato quando ela chegar. Ao contrário da maioria, nessa época eu fico muito calminha. Se estou meio no cantinho, as pessoas já dizem: “Ela está menstruada”.
Namorava muito na adolescência?
Cleide dos Anjos, Cotia (SP)
X: Nada! Quando ia ao baile, ia com minha mãe. E eu usava esses lugares meio que para aeróbica! Dançava tanto que suava! Na adolescência, era longe de ser a menina que eles achavam bonita. Então, por causa disso, não fui muito de namorar. Com 11 anos, eu pensava que se beijasse ficava grávida. Aos 12 anos, eu quis saber o que era. Tinha o Dunga, de Bento Ribeiro (subúrbio do Rio), o menino de que eu gostava. A gente beijava só de encostar a boca. Mas fui querer aprender o beijo com um outro menino e, quando ele botou a língua, acabei vomitando. E eu não gostava dele, né? Ele era loiro e de olho claro e eu não queria saber. Gostava de um neguinho! Só de 12 para 13 anos é que dei meu primeiro beijo de verdade, com o Dunga, o meu neguinho. Ele me ensinou. E não foi fácil. Nem ele sabia direito!
Quando a Sasha nasceu, muita gente disse que ela iria viver num mundo cor-de-rosa, mas hoje ela parece ser uma menina muito pé no chão. Quem é mais madura, você ou ela?
Joana Figueira, São Paulo (SP)
X: Com certeza, Sasha é a mais madura da relação. Ela me dá aulas. Ela nasceu pronta. As pessoas pensaram isso no começo, pois é óbvio que eu mimaria minha filha! Eu mimo o filho dos outros, não mimaria a minha? Ela não é deslumbrada, não é patricinha, não é metida. E poderia. Por tudo o que eu estraguei! É a índole dela. E o fato de eu usar muito a verdade com ela. Desde muito pequena. Nunca a tratei de um jeito tatibitati, como nunca fiz isso com os filhos dos outros. Como toda criança, eu acho que ela tem que ser respeitada. É raro eu dizer não para ela. A vida já diz tanto não! Tanto que, quando eu digo não, ela sabe que é algo sério, nem me questiona. Já é tudo tão difícil! Escola é difícil, os primeiros relacionamentos, a gente sofre pra caramba. Por que eu seria mais uma pedra no caminho dela? E ela sabe o limite dela! Pelo fato de eu conversar e explicar tudo, ela conhece bem os limites.
Fonte: Jornal do Brasil e RevistaQuem
Lollapalooza: Ícone feminino do rock se apresentará no Brasil pela primeira vez Joan Jett pode não ser detentora de uma enormidade de hits, mas sua importância na história do rock é inegável: ela esteve no primeiro grupo de rock and roll inteiramente formado por mulheres a ser reconhecido globalmente, o Runaways. Aos 53 anos, Joan se apresentará no Brasil pela primeira vez ao lado de sua banda, a Blackhearts, em 7 de abril, no festival Lollapalooza, em São Paulo (com ingressos esgotados).
“A sociedade definitivamente não estava preparada para uma banda só de mulheres”, ela relembra sobre a época em que o Runaways surgiu, em meados dos anos 70. “A gente chocava as pessoas sem fazer nada. Não precisávamos fazer nada ultrajante, não precisávamos nos vestir de forma estranha, não precisávamos xingar. Apenas aparecemos com instrumentos e todo mundo ficou assustado.” Em 1976, quando Joan lançou o primeiro disco do Runaways ao lado de Sandy West (bateria), Lita Ford (guitarra), Jackie Fox (baixo) e Cherie Currie (vocais), havia pouquíssimos ídolos femininos em quem se espelhar. Suzi Quatro era um deles, admirada por Joan no início da carreira.
O tempo passou; a década de 90 viu o surgimento do Riot Grrrl, uma dissidência do punk essencialmente feminina, e bandas como L7 conseguiram relativo sucesso nas rádios. Mas, ainda assim, há certa escassez no surgimento de ícones femininos no rock, em termos globais. “Em geral, tem sido muito difícil para as mulheres”, concorda Joan. “Não ficou nem um pouco mais fácil nos últimos 30 anos. Ainda existe a ideia de que as mulheres têm de ser sexy, e mulheres segurando instrumentos são um pouco ameaçadoras.”
A história do Runaways foi mostrada em 2010 no filme The Runaways - Garotas do Rock, estrelado por Kristen Stewart no papel de Joan Jett (“Ela estava extraordinária, foi ótimo trabalhar com ela”, afirma a artista, que atuou como produtora-executiva do filme) e Dakota Fanning como Cherie Currie. Para Joan, o principal mérito do longa foi apresentar a banda para a nova geração. “Acho que mostrou a muitas garotas que não conheciam. E acho que foi uma das razões pelas quais Kristen decidiu fazer o filme”, diz.
Estreia no Brasil
Joan Jett trará o Blackhearts, seu grupo desde a década de 80, ao Brasil pela primeira vez. “Mal posso esperar. Estou muito animada, porque há anos as pessoas me dizem que temos um público aí.” O show deve ter todos os hits, como “I Love Rock and Roll” (faixa do grupo The Arrows que ganhou uma versão de Jett em 1982, mais conhecida que a original), além de algumas inéditas, entre elas “Reality Mentality”, “Hard to Grow Up” e “TMI”. E existe a possibilidade de uma surpresa no país: no ano passado, a cantora subiu ao palco com o Foo Fighters, headliner da primeira noite do Lollapalooza, para cantar o hit “Bad Reputation”, algo que pode se repetir por aqui. “Ainda não conversamos sobre isso, mas eu estou totalmente a fim. Depende deles”, atiça Joan.
Planejando o lançamento de novas músicas em 2012 (o último disco, "Sinner", é de 2006), Joan Jett não consegue se enxergar fora dos palcos. “É meio difícil me imaginar aposentada. Se eu me aposentasse, provavelmente desaparecia, iria viver na floresta. Ou vou tocar até cair no palco”, afirma, rindo. “Não tenho certeza de qual será. E até eu tomar essa decisão... mas ainda não estou lá. Estou feliz, eu amo viajar, amo tocar, amo conhecer pessoas. Ainda estou me divertindo.”
Fonte: Revista Rolling Stone
"Quero ser como ele", dispara Paris sobre o pai em "Moonwalker"A filha do cantor Michael Jackson, Paris Jackson, está se preparando para atuar no seu primeiro filme e confessou que desde pequena busca inspiração no pai, morto em 2009. "Quando eu era bem pequena, meu pai estava no filme "Moonwalker", e eu sabia que ele cantava muito bem, mas não sabia que ele podia atuar. Eu vi aquilo e disse: 'Uau, eu quero ser como ele", confessou Paris em entrevista ao programa "Ellen DeGeneres Show" na manhã desta quarta, dia 14.
A garota de 13 anos, que será a estrela de um filme para adolescentes chamado "Lundon's Bridge and the Three Keys", contou em sua primeira entrevista solo que adora atuar e, se o pai estivesse vivo, eles iriam "ensaiar juntos", com ele na direção. "Ele diria: 'Ok! Nesta cena você vai chorar'. E eu ia chorar na hora certa", revelou.
Paris, que confessou que agora tem uma "infância regular" e se sente "normal" em ir para escola particular, admitiu que nem sempre gostou de ter que passear com o pai e irmãos, Blanket e Prince, usando máscaras. "Eu pensava: 'É ridículo, por que eu estou usando uma máscara? Mas eu meio que percebia, quando ia ficando mais velha, que ele só estava tentando nos proteger, e iria explicar tudo para nós", concluiu.
Ao fim da entrevista, a filha de Michael Jackson revelou que o que seu pai disse para ela de mais inesquecível foi: "Se eu morrer amanhã, lembre-se de tudo que te disse". "Eu aceitei o conselho e lembro de tudo que ele já me falou", finalizou emocionada.
Fonte: UOL
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Personagem esteve no Brasil para divulgar o filmeE não é que ele foi parar até na Eliana?
O simpático sapo conhecido por aqui como Caco deu uma entrevista ao G1 na última semana. O personagem falou sobre suas "raízes" amazônicas, a obsessão por porcos e o relacionamento com Piggy.
Quem controla a marionete desde a morte do criador Jim Henson, em 1990, é o norte-americano Steve Whitmire. Espirituoso, Whitmire dá vida a Kermit - nome original do personagem - através de suas mãos e de sua voz.
No vídeo abaixo, Kermit explica porque era conhecido como Caco no Brasil, abre o jogo sobre seu relacionamento com Miss Piggy e dá detalhes sobre a dificuldade de ser um sapo civilizado em um mundo de humanos selvagens. É entretenimento puro. Divirta-se!
Com vocês ...
Segundo jornal, apresentadora tinha medo das pessoas gritando para vê-la
Foi dela a experiência bem sucedida na Europa. Com vocês, a patricinha do Rock in Rio ...Após passeios pela obra, jantares para as bandas em casa e outras poucas lembranças de 1985, passando pela curtição de visitar os camarins e os shows que quisesse de 1991, a “mamata” acabou para Roberta Medina em 2001. Mal atingiu a maioridade, e já assumia um cargo de grande responsabilidade na gerência do maior festival de música do país. Tudo isso, vale lembrar, sob os olhares críticos de quem via nela “uma patricinha”, ou então, “a filha do homem”.
Sua vida profissional é toda guiada pelo Rock in Rio?
Não é que seja guiada, mas é uma parte grande, digamos que 50% do meu tempo são para outros projetos. Metade, portanto, para o Rock in Rio. O fato de crescer perto dele, ter o presidente que é o Roberto [Medina, pai], e ter um time forte, faz com que a gente se divida, pois ele [festival] é uma empresa. Dá “muuuuito” trabalho. A gente, então, vai se multiplicando.
O que é muito engraçado para mim também é que o Rock in Rio é como se fosse um irmão. O Roberto é apaixonado pelo projeto, é o filho querido dele. Tudo o que passou de ruim, superações, estar presente hoje em três países [Brasil, Espanha e Portugal], é tudo muito emocionante. Somos todos parte de uma máquina que fez o festival crescer!
Você chama sempre o seu pai de Roberto?
Não, não, chamo ele de pai, se chamasse de Roberto ele ficaria mal humorado comigo. Mas profissionalmente eu prefiro chamar de Roberto.
Qual a lembrança que você tem da época que o seu pai organizou o primeiro Rock in Rio, em 1985? Você já tinha alguma noção do que representava o festival para o país?
Nenhuma dimensão. Tenho apenas memórias de brincar com produtos oficiais. Eu fui em dois dias, fiquei nos bastidores, lembro de botar gel colorido no cabelo, que era moda na época, e óculos coloridos. Tantas coisas divertidas. Lembro também de me perder na obra (risos). Estava ao lado de uma tenda, e eles [pai e funcionários] do outro. Quem me achou foi um funcionário do meu pai. Eu fiquei aos prantos. Lembro também de um jantar em casa para todos os artistas. Era uma sensação, uma euforia enorme de ter um jantar grande, empresários me dando presentes. Tenho também duas imagens na cabeça; uma é a Nina Hagen, e outra é a Rita Lee. Os cabelos coloridos me chamavam a atenção. [não à toa: até hoje ela gosta de pintar o cabelo com cores, digamos, extravagantes].
Assumi a coordenação de produção, o que foi uma insanidade do meu pai. Alguma razão ele deveria ter, porque eu não produzia efetivamente, eu geria informação apenas. Eu assumi mais responsabilidade do que eu poderia. Mas funcionou bem porque eu tinha a melhor equipe de show business do Brasil para me ajudar. Eu geria equipe, tinha que ler contratos, autorizar pagamentos, mas é claro que o planejamento minucioso não fui eu quem fez. Eu brinco que aquela edição foi mestrado e doutorado em nove meses muito intensos. Eu não tinha a mínima ideia do que eu tinha que fazer, não parei para pensar. No final foi muito pesado e quando acabou eu não queria ver nada do festival. Somente três meses depois eu quis ver. A gente estava num auditório da ArtPlan [agência de publicidade dos Medina], e quando rolou uma [tomada] aérea da Cidade do Rock, só ali que eu entendi a dimensão. Fiquei presa à cadeira, paralisada com aquela imagem desconcertante de milhares e milhares de pessoas. Foi incrível.
Rock in Rio na Europa: de quem foi a ideia, como foi montar e fazer a consolidação do festival em Lisboa e, depois, Madrid?
Meu pai sempre quis estar presente em todos os continentes. Ele queria que os shows da terceira edição fossem em 2000, pra contrariar que o mundo fosse realmente acabar. E ele, grande sonhador, como a gente brinca, queria fazer isso no mundo todo. Mas voltar a fazer aqui já era uma loucura, a gente brinca que queríamos deixar o mundo pra depois. No entanto, sempre quisemos internacionalizar a marca. Um rapaz português, um empresário, sempre vinha dizer que queria levar o festival para Portugal. E a gente não dava muita atenção. Um dia dissemos: se você marcar reunião com o prefeito, der garantias de preparar o parque, os serviços que o festival necessita, vamos lá conversar. Em duas semanas ele marcou tudo, e mais duas semanas depois o Roberto estava lá. Ou seja, em um mês assinamos o protocolo. Aí entrou a produção. Acabou ficando para mim a função de ir até lá e ajeitar a produção.
Como está a sua rotina? Está tendo tempo para alguma outra coisa além de pensar no Rock in Rio 2011?
Trabalho, casa, casa, trabalho. Mas uma coisa eu posso dizer: Lisboa me ajudou a ter um equilíbrio maior. Voltar para o Brasil dez anos depois é como se fosse uma primeira vez. Eu ficava indo e vindo de Portugal, era muito intenso. Em março, sim, eu “cheguei” de vez. As coisas ficaram mais apertadas a partir de maio, mas como eu disse, hoje consigo conciliar melhor, a experiência européia foi muito positiva nesse sentido.
Vocês esperavam que os 700 mil ingressos se pulverizassem da forma que ocorreu? É em função do momento econômico do país, ou todo mundo estava com saudade mesmo?
Acredito que seja a soma das duas coisas. Havia, claro, uma saudade grande do festival, o público brasileiro tem esse sentimento de pertença em relação ao Rock in Rio. Ele é um evento à parte. É comparado como uma Eurocopa, em termos de relevância. É o nosso Woodstock, é marca cultural na vida de muita gente. Mas tem o momento eufórico do Rio de Janeiro e do próprio Brasil, o que não podemos deixar de lado também.
Após a confirmação do line-up, teve quem torceu o nariz para o festival por trazer bandas de rock meio “repetidas”, como foi o caso do Red Hot Chili Peppers, do Guns N´Roses, dentre outras. Qual foi o critério de escolha das atrações?
Foi puramente uma pesquisa de mercado justamente com o Ibope. De cima para baixo. Friamente falando é isso aí. Trouxemos quem o brasileiro queria ver.
A pior apresentação na sua opinião?
News Kids On The Block, em 1991. Os caras tocaram com a roupa que saíram do avião. Não dava, faltou produção.
Fonte: MSN
E aí, com saudades da sessão nostalgia?
Kadu Moliterno conta como foi apresentar o Woodstock brasileiro, em 1985O que aconteceu depois que Kadu anunciou Ney Matogrosso, o primeiro a se apresentar, virou história. Em entrevista, Kadu Moliterno, que à época do Rock in Rio I tinha 33 anos e muito mais cabelo, relembrou algumas passagens do festival, como a apresentação de Erasmo Carlos, em meio a uma "chuva" de vaias e latas jogadas pelos metaleiros que estavam ali para ver um som mais pesado. “Sobrou até para mim. Tive que me esconder atrás de uma caixa de som”, diz Kadu, hoje aos 59 anos.
O ator, que atualmente vive o personagem Nelson em Malhação, diz que gostaria de assistir aos shows do Rock in Rio IV, que começa no dia 23 de setembro, mas ainda aguarda um convite da produção do evento. E ele pede mesmo. “Pode escrever aí que estou pedindo ingressos”, diz. Vale até lançar uma campanha: #ingressosparaoKadu.
ÉPOCA - Como surgiu o convite para apresentar o Rock in Rio?
Kadu Moliterno – Eu já fazia novelas, apresentava o programa Geração 80 (programa musical da TV Globo) e o Vídeo Show. O Medina (Roberto, criador do festival) me procurou e fez o convite. O cachê era bom. Eu topei.
ÉPOCA - Você tinha ideia do que seria, de fato, o festival?
Kadu – Quando eu cheguei lá e vi milhares de pessoas eu pensei: é o Woodstock brasileiro.
ÉPOCA - Qual era exatamente a sua função como apresentador?
Kadu – Fui para a Cidade do Rock com a minha moto. Cheguei lá e comecei a procurar meu texto. Queria saber o que eu teria que falar, como apresentar. A produção me disse que não havia texto algum, que era para eu subir ao palco e apresentar as atrações. Fiquei naquela adrenalina. Na hora de apresentar o primeiro show, concentrei-me e me veio à cabeça a Elis Regina, que havia morrido três anos antes. Resolvi dedicar o Rock in Rio para ela.
ÉPOCA - As vaias dos metaleiros para alguns artistas se tornaram históricas no Rock in Rio I. Você também foi alvo deles?
Kadu – Fui, sim. No “Dia do Metal” escalaram o Erasmo Carlos. Quando eu subi ao palco e o anunciei, vi um monte de latas e garrafas vindo na minha direção. Tive que esconder atrás de uma caixa do som. Nas primeiras músicas, o Erasmo teve que se proteger, cantar meio de lado. A energia que vinha da plateia nesse dia era muito pesada. Vi diversas brigas também.
ÉPOCA - Você conseguiu curtir algum show? Conheceu algum artista internacional?
Kadu – Nos bastidores eu vi todos eles. Tanto o Freddie Mercury, que era considerado o grande astro do momento, quanto Os Paralamas do Sucesso, que estavam começando. Lembro do Herbert Vianna com seus óculos coloridos...
ÉPOCA – Teve alguma apresentação que marcou mais?
Kadu – O show do Queen, sem dúvida, foi o auge do festival. Aquele coro de milhares de pessoas cantando as músicas do grupo. Foi emocionante. Lembro também da apresentação da Rita Lee. Havia um boato de que o mundo acabaria, que Nostradamus havia previsto que o mundo chegaria ao fim durante uma grande concentração de pessoas. Minha mãe ficou preocupada, pediu para eu tomar cuidado. De repente, durante a apresentação da Rita, aconteceu um curto-circuito no palco. Eu peguei minha moto e fui embora. Achei que o mundo estava realmente acabando (risos).
ÉPOCA - O que aquela juventude que estava ali queria? Eram jovens diferentes dos de hoje?
Kadu – No Rock in Rio tinha uma sensação de liberdade no ar. O Brasil estava saindo de uma ditadura militar. Mas acho que os jovens são iguais em qualquer época. Eles sempre querem alguma mudança. Porém, hoje, os movimentos nascem pela internet. Não tem a figura de um líder. O líder são as redes sociais. Na minha época de adolescente, a gente ia para a rua lutar contra a ditadura. A polícia e o governo sabiam quem estava nas ruas. Agora, os jovens começam uma revolução pela internet. Às vezes eu brigo com meus filhos (Kadu tem três filhos, de 14, 18 e 19 anos) para eles saírem da rede, praticar esportes. Pelo menos isso eu tenho conseguido.
ÉPOCA - Você acha que ser o apresentador ajudou a conquistar a empatia dos jovens e, depois, emplacar o sucesso como Juba em Armação Ilimitada (a série começou quatro meses após o Rock in Rio, em maio de 1985)?
Kadu – Não acredito. Eu já falava com o jovem quando apresentava o Geração 80. O Medina deve ter feito alguma pesquisa que resultou no meu nome. A Armação foi ideia minha e do André (di Biasi, o Lula do seriado). Criamos o seriado na praia, conversando.
ÉPOCA – Você pretende ir a este Rock in Rio? Quer ver algum show específico?
Kadu – Gostaria de ir e levar meu filho para ver os shows do Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Stevie Wonder. Mas estou batalhando por um ingresso vip. Detesto tumulto, por isso queria algo mais vip. Escrevi para o Niemeyer (Luiz Oscar, produtor do Rock in Rio I), mas até agora ele não me respondeu. Acho que mereço um convite, afinal participei do primeiro Rock in Rio, que foi o que ficou para a história. Pode escrever aí que estou pedindo ingressos...
Fonte: Revista Época
Aos 53 anos, cantor revela como tem lidado com as críticas em relação ao polêmico comercial e diz ter triplicado a agenda de shows
E dá-lhe memória afetiva!Luiz André — Deixamos propositalmente de fora alguns acontecimentos marcantes da década. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, já no apagar das luzes da década, não está no livro. É indiscutível que foi um dos fatos mais relevantes da década, mas não era um símbolo daquela geração, mas sim dos nossos pais. Assim como também não entraram as mortes de ícones com Elis Regina e Garrincha — dois personagens brasileiros fundamentais, mas muito distantes da juventude/infância da década. Por outro lado, falamos de economia, mas por uma outra ótica. Destacamos, por exemplo, o que se dava para comprar com a nota de ‘um barão’ (ou mil cruzeiros) ano a ano, e fica evidente a desvalorização da moeda. Ou seja, é uma forma de falar de inflação, só que como atingia as pessoas.
Quais desses episódios, vocês apontariam como os mais interessantes publicados no almanaque?
Mariana — O Almanaque trabalha muito com a questão da memória afetiva, então isso acaba sendo uma resposta muito pessoal, e a minha resposta pode parecer um pouco alienada, mas não é, porque a ideia do livro é matar saudade, emocionar quem era criança, jovem naquela época. Por isso, para mim, o que é mais interessante no Almanaque pode não ser o mais representativo politicamente, por exemplo. Eu fui ao comício das Diretas Já com a minha mãe, aos 10 anos, tinha consciência política, mas gostava mesmo era das minhas Barbies. As novelas e programas de televisão dos anos 1980 são, na minha opinião, imbatíveis. Atualmente, vejo a reprise de Vale tudo e percebo como aquela década foi interessante também por esse ponto de vista. Ao mesmo tempo, a nossa pesquisa revelou algumas informações engraçadas e pitorescas que pouca gente sabia: José Mayer, por exemplo, dublava a voz do Burro Falante, do Sítio do Pica-pau amarelo. Ou que Moacyr Franco fez teste para ser o Bozo...
Luiz André — Para mim, o emblema da década é o rock brasileiro, com pesos pesados como Titãs, Legião Urbana, Paralamas, Barão Vermelho e Cazuza, Ultraje a Rigor... É a trilha sonora que marcou toda uma geração e que influenciou quase todo o rock que veio depois. Mas foi também a época em que a televisão teve alguns marcos importantes: as novelas de humor no horário das sete — que teve como ícones Guerra dos sexos e Que rei sou eu? —, que perduram até hoje. A linguagem de videoclipe e quadrinhos de Armação ilimitada e que até hoje é repetida nos programas jovens, inclusive os da MTV. E o humor escrachado e meio anárquico da TV Pirata e do Perdidos na noite, do Fausto Silva, que inspiraram quase todos os programas de hoje em dia. No esporte, um dos marcos dos anos 1980 foi a Fórmula 1. Nós conquistamos cinco títulos mundiais na década: três com Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987) e dois com Ayrton Senna (1988 e 1990), que transformou o Tema da vitória num clássico dos anos 1980.
E por que a década de 1980 exerce tanto fascínio não só nas pessoas que a viveram, como também em jovens que não viveram, mas gostariam de ter experimentado tudo o que se passou no período?
Mariana — Lembro que nos anos 1980 o revival era dos anos 1960. Na minha opinião, é preciso um distanciamento de tempo para rever e relembrar uma década. Hoje, estamos na época de relembrar os anos 1980, e daqui a pouco é a vez de lembrar os anos 1990. Sou suspeita para falar, mas os anos 1980 são muito particulares: início da era tecnológica, anistia e abertura política, movimento do rock nacional, nova linguagem de humor na televisão… Foi uma época de transição, e isso causa um certo encanto.
Luiz André — Nela vimos a geração da transição. Juntou o analógico, que vigorou até os anos 1970, com o digital, que explodiu nos 1990. Talvez tenha sido a única geração em que a garotada teve tanto fascínio pela tecnologia do Atari e pela ‘novidade’ do videocassete quanto pelos jogos de tabuleiro, como War, Detetive, Master... Sem contar que é uma geração muito mais descompromissada, menos sisuda como as das décadas anteriores, que tinha uma bandeira para lutar. Foi a primeira geração depois de longos anos que poderia se expressar livremente, que podia tanto discutir as Diretas Já e dar um voto de protesto no Macaco Tião quanto dançar ao som de Dr. Silvana e Metrô. E esse fascínio com a garotada de hoje em dia também se deve a um ponto importante: quem tem hoje entre 35 e 50 anos, que viveu intensamente os anos 1980, hoje é pai/mãe de crianças e adolescentes. É natural que queiram mostrar para seus filhos o que de bom teve na sua época.
Bem mais cheinha, atriz diz que seu marido a chama de voluptuosaSegundo lugar no Miss Brasil, ela fez também a novelaTop Model nos anos 80. Foi também nessa época que a atriz, nascida em Belo Horizonte, estampou algumas páginas da revista Plaboy. Hoje, aos 43 anos e mãe de gêmeos, Susy Rego retorna à TV com um perfil bem diferente.
Vivendo uma atriz fora de forma, ela encara de frente a idade que tem e o sobrepeso adquirido longe das câmeras. Respondendo a perguntas nada comuns, ela fala abertamente aos fãs nesta entrevista concedida ao jornal Extra.
— Já ouviu piadinhas infames por causa do seu sobrenome?
— Sim, e sempre as fiz também. Claro que ao conhecer o Paulo César Grande fui a primeira a afirmar que jamais namoraríamos. No entanto, ficamos juntos por cinco anos e se nos casássemos cada um ficaria com seu próprio sobrenome por razões óbvias!
— O que se transforma primeiro depois que emagrece: o humor, o guarda-roupa ou a relação com o marido?
— O guarda-roupa. Quanto ao meu bom humor e a relação com o Fernando (Vieira, o marido), só melhoram. Isso independe de peso ou manequim. Temos Marco e Massimo (os filhos gêmeos, de quase 2 anos) ao nosso redor para provar que a vida é muito mais divina e ampla que a magreza da mamãe!
— Do manequim 42 ao 46, a calcinha muda ou usa o mesmo modelo?
— A calcinha muda, mas continua interessante. Uso umas modeladoras. O Fernando me faz um chamego e me chama de voluptuosa.
— Já passou calor por não querer tirar o casaco e mostrar os bracinhos roliços?
— Sou sortuda, sou friorenta!
— Onde está guardada sua foto como Miss Pernambuco 1984, e o que pensa ao olhá-la?
— Tenho algumas no computador, vejo pelos sites, minha mãe guarda algumas...Penso que aquela menina fez belas escolhas e continua seguindo numa feliz trajetória!
— Comprar biquíni é o terror?
— Sou a presidente do meu fã-clube. Antes ficava de biquíni e disfarçava a ansiedade em ser mãe. Hoje, levo minhas duas bençãos à piscina num belo maiôzão preto clássico e rio à toa!
— É dureza cruzar com atrizes magras e saradas no camarim?
— É dureza cruzar com pessoas tristes, infelizes, doentes. Nesse elenco, as mulheres magras e saradas são dedicadas, exemplos a serem seguidos. Saúde é o que interessa!
Com ou sem 80 kg, palmas para ela! Que soube ser feliz do seu jeito ...
Redação Canal 80
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Confirmada na edição especial da Playboy que chega às bancas em março, a ex-BBB11 Ariadna está eufórica. Acredita que o ensaio sensual possa abrir portas para outros trabalhos como modelo fotográfico, planeja um curso de teatro, um salão de beleza próprio e um livro sobre a sua vida. E não teme comparações: para ela, Roberta Close, outra transexual a estampar as páginas da maior revista de nu feminino do país, é uma diva, mas já teve o seu tempo. “Agora, é o meu”, avisa a cabeleireira de Realengo, Rio de Janeiro. Na entrevista abaixo ela fala sobre a Playboy, seu passado e a confusão com a família da ainda confinada Maria, que afirmou ter sido garota de programa.
Você teme as comparações com a Roberta Close, que também já saiu na Playboy?
Não tenho medo nenhum, acho que as pessoas exageram nas comparações. A Roberta é uma diva, mas teve o tempo dela, agora é o meu.
Antes de decidir pelo ensaio, a Playboy fez uma enquete, em que 65% votaram a seu favor. Isso a surpreendeu?
Não muito. Isso mostra como o brasileiro não só tem curiosidade, mas entende a minha essência feminina. Talvez eu também seja uma diva pelo ponto de vista das outras pessoas.
Já está definido como será feito o ensaio?
Não, mas eu gostaria que fosse num cenário natural, no campo, com jardins e flores, ou no mar.
E depois da Playboy, quais os planos?
Espero que depois da revista apareça bastante trabalho para mim. A minha meta é continuar trabalhando como modelo fotográfica e fazer curso de teatro. E quem sabe, mais à frente, abrir o meu próprio salão de beleza. Eu não tenho trabalhado como cabeleireira, mas por esses dias eu fiz o cabelo do filho do Gabriel, que voltei a namorar depois de sair do Big Brother. Mais adiante, penso em escrever um livro sobre a minha vida.
O BBB proporcionou coisas boas para você, mas também dor de cabeça. A família da atriz Maria Melilo não gostou de você ter dito ao músico Mauricio que ela trabalhou como garota de programa e já ameaçou abrir um processo...
A minha parte jurídica está cuidando disso. Eu já pedi desculpas para a mãe da Maria em entrevistas que dei a duas rádios. Não foi minha intenção ofendê-la, até porque o meu passado não é dos melhores. Eu trabalhei como garota de programa na Itália por cinco anos, juntando dinheiro para a cirurgia de mudança de sexo na Tailândia. Espero conversar com a Maria pessoalmente e dizer que não quis acusá-la de nada.
Mas você mantém a afirmação de que Maria trabalhou como garota de programa?
Prefiro não falar mais disso.
E você acha que o Mauricio deve voltar a ficar com ela?
Nada disso. Acho o Mauricio um partido ainda melhor que o Wesley para a Maria. Ele é bonito por dentro e por fora.
Por que você demorou tanto a contar aos outros participantes do reality show que era transexual?
Não preciso sair com uma placa na cabeça, “Eu sou operada, já fui travesti”. É uma particularidade minha e eu pensava em me abrir na hora certa.
E agora, por quem você torce?
Eu torço pela Jaqueline, que é guerreira, tem personalidade forte e foi quem sempre me entendeu melhor na casa. Foi ela quem mais viu a minha alma. Deve ser porque sai em escola de samba, e toda escola tem gays e travestis. O que faz uma escola brilhar são os travestis, o povo GLBT. Nós fazemos o mundo brilhar.
Fonte: Veja Online
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