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24 fevereiro 2013

ACONTECEU: Filho de Michael Jackson vira repórter de TV

Jovem é entrevistado após ser contratado pelo programa "Entertainment Tonight"

O primogênito de Michael Jackson, Prince Jackson, estreou na TV como correspondente especial do programa "Entertainment Tonight". Para falar sobre a experiência, o garoto de 16 anos deu entrevista à atração na noite da última terça-feira (19/2), informou o Ego.

Durante a conversa, conduzida pela colega Brooke Anderson, o adolescente contou de onde vem sua maturidade. "Foi graças ao meu pai", disse.

A primeira missão que Prince teve como repórter foi entrevistar Sam Raimi, James Franco e Zach Braff, do elenco de "Oz, Mágico e Poderoso". "Foi uma entrevista muito casual, muito fácil de fazer", revelou Prince.

Os repórteres ainda brincaram de fazer flexões durante o bate-papo.

Veja aqui o vídeo:


Fonte: Portal Imprensa

10 novembro 2012

Thammy Gretchen diz que apanhou da mãe quando contou que era gay

A única certeza que eu tinha era de que ia morrer", disse a atriz sobre as crises de síndrome do pânico que a acometeram no período

Em entrevista a QUEM desta semana, Thammy Gretchen, que está no ar com a personagem Joyce em "Salve Jorge", contou qual foi a reação da mãe, Gretchen, ao saber que ela era homossexual.

"Ela me bateu. Eu estava usando um celular que era dela e ela pediu de volta. De repente, chegou uma mensagem dizendo 'te amo'. Ela viu que era de uma pessoa que ela conhecia, uma contratante dos shows dela", disse a atriz, que também falou sobre as crises de síndrome do pânico que a acometeram no período.

"Não sou de pirar, sou de curtir e ser muito feliz, aceitando as coisas como são. Mas, quando descobriram, dei uma pirada porque não conseguia sair de casa, a imprensa estava toda embaixo do meu prédio, e foi quando tive síndrome do pânico. A única certeza que eu tinha era de que ia morrer", afirmou.

Thammy também falou sobre os namorados que teve na adolescência. "Tive dois namorados e o Rafael Vanucci (filho da cantora Vanusa) foi um deles. Mas, com os dois, foi só beijo e nada mais", afirmou.

Fonte: Revista Quem

01 abril 2012

Filha de Whitney Houston diz ouvir mãe conversar com ela

Filha única da cantora dá primeira entrevista desde a morte da cantora

Veja fotos do funeral


A filha única da cantora Whitney Houston, que morreu em fevereiro, disse que ainda escuta palavras de estímulo da mãe, e uma cunhada da artista revelou detalhes inéditos do dia em que ela foi encontrada morta num hotel da Califórnia. Foram as primeiras entrevistas de ambas desde a morte dela.


Bobbi Kristina Brown, de 19 anos, disse à apresentadora Oprah Winfrey que está se recuperando "tão bem quanto possível" da repentina morte de Whitney, achada morta na banheira de um quarto de hotel de Beverly Hills em 11 de fevereiro, aos 48 anos.


"Posso ouvir a voz dela, sabe, e o espírito conversando comigo, me dizendo, sabe, 'continue, garota, estou bem aqui, achei você'... Ela sempre está comigo. Sempre posso senti-la", disse a moça, que é filha do cantor Bobby Brown.


Ela contou que as luzes da casa onde vivia com a mãe, em Atlanta, costumam "acender e apagar sozinhas, e eu digo: 'Mamãe, o que você está fazendo?'... Ainda consigo rir com ela. Posso sentar lá e ainda consigo conversar com ela."


Famosa desde a década de 1980, numa carreira que teve seu auge com o sucesso "I Will Always Love You", de 1992, Whitney teve graves problemas com o uso de álcool, drogas e remédios.



Na mesma entrevista, Patricia Houston, cunhada e empresária da artista, contou que ela foi achada nua e de bruços na banheira por sua assistente, Mary. Um segurança, irmão de Patrícia, tentou em vão reanimar Whitney.


Uma lágrima rolou pelo rosto da mulher ao se lembrar da imagem da sua cunhada morta no chão do quarto de hotel. "Ela tinha uma paz, um aspecto... Ela tinha um aspecto pacífico", disse Patricia.


Finalmente, Oprah perguntou a Gary Houston, irmão da cantora e marido de Patricia, se era verdade que a família pedira a Brown, que se divorciara de Whitney em 2007, para que não fosse ao funeral dela. Gary negou.


Brown esteve no funeral, mas saiu mais cedo, alegando uma confusão com a segurança a respeito dos assentos.


Gary Houston contou que a família não ficou chateada com a foto de Whitney no caixão, publicada por tabloides, e acrescentou que a mãe deles há muito tempo tinha premonições sobre a morte prematura da cantora.


"Eu lembro que minha mãe costumava dizer ...: 'Whitney não vai estar conosco por muito tempo'", afirmou Gary. "Ela é um anjo. Ela é um presente."


Fonte: Reuters


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@ LUTO: O adeus à Whitney Houston

23 março 2012

"Gosto de homens mulatos ou negros", revela Xuxa Meneghel

Apresentadora, que faz 49 anos nesta terça, 27, diz que sempre soube que não subiria ao altar

Em entrevista à revista Quem desta semana, Xuxa Meneghel respondeu algumas perguntas dos leitores. A apresentadora falou sobre relacionamentos e o que mais lhe atrair em um homem. "Claro que já fiquei com anônimos. E o que me chama atenção em um homem é ele ser moreno. Gosto de mulatos ou negros. E altos", disse ela.


Xuxa também revelou que desde os cinco anos sabia que não iria subir ao altar. "Casar é contra minha essência! Se as pessoas querem se casar, que sejam felizes. Mas eu tenho minhas dúvidas se é preciso assinar um papel para se dizer que gosta de alguém", opinou.


Os leitores também perguntaram por que ela costuma usar roupas de mangas longas. "Não acho que sou uma pessoa que tenha um corpão para ficar mostrando. Não me sinto bem com coisas apertadas. Por mais que pessoas que trabalhem comigo digam que eu deveria usar umas calças de periguete, eu não vou me sentir bem", respondeu aos risos.


Leia abaixo alguns dos melhores trechos:


Como era ser modelo brasileira fora do país naquela época (os anos 80)?
Marta Peixoto
, São Paulo (SP)


X: Pela primeira vez fui viver longe da minha casa. Não dava para ficar ligando para minha mãe, era muito caro. Nem tinha celular. Ficava gravando fitas cassete quase como se fosse um diário. Eu chorava, dizia a saudade que tinha da mãe, do (cachorro) Xuxo. Era tão difícil. E ainda fui roubada. Como eu só andava de bicicleta, me levaram três delas, acredita? As pessoas diziam: “Que corpo você tem!”. Mas é claro! Eu só andava de bicicleta, o dia inteiro, para todo lugar que ia! Era músculo puro (risos). Quando voltei, a mãe disse que estava com saudade e perguntou: “Como foi tudo?”. Eu dei as fitas para ela e falei: “Toma, quando a senhora tiver tempo, escuta isso!” (risos).

Como foi a transição de modelo para apresentadora infantil?
Fábio Felipe
, Belo Horizonte (MG)


X: Eu e Luiza (Brunet) éramos as tops daqui na época. E fui para Nova York bater de agência em agência, tentar a vida lá. Depois de três meses, queriam que eu fosse para a Itália e a França. Aí, surgiu a oportunidade de trabalhar na TV do Brasil e eu disse: “Estou voltando!”. Nas primeiras semanas, ainda passava de segunda a sexta-feira em Nova York e vinha para a Manchete no sábado e domingo para gravar os programas. Fiz isso por um tempo, mas comecei a gostar mais de trabalhar com criança do que na moda.

Você já teve uma rotina menos glamourosa antes da fama?
Sandra Clara Pereira
, Salvador (BA)


X: Ah, nessa época de modelo eu é que fazia tudo. Era assim: de segunda a sexta-feira, nem arrumava o apartamento (risos). Não dava tempo. No sábado, botava tudo pra baixo. Limpava tudo, lavava roupas. Imagina o que não era um apartamento pequeno, quarto e sala, todo bagunçado a semana toda. Era um horror (risos)! Às vezes, fotografava com uma Polaroid e mandava para a mãe ver a bagunça. Ela dizia: “Minha filha, não te ensinei isso!”. Mas era limpar ou dormir! Fora a comida que eu tinha que comer. Era eu que fazia, então, fiquei com 54 quilos (risos)! Foi a época em que fiquei mais magra.


Você ainda não chegou lá, mas já diz por aí que tem 50 anos. Não se preocupa com a menopausa?
Marieta Ferraz
, Campinas (SP)


X: Cinquenta anos é meio século, né (risos)? Mas eu não aguento mais ficar menstruada. Ela (a menopausa) ainda não chegou. Eu sofro com menstruação desde muito nova. Fico pensando: quando é que vai chegar a menopausa (risos)? Mas só vou me preocupar com o fato quando ela chegar. Ao contrário da maioria, nessa época eu fico muito calminha. Se estou meio no cantinho, as pessoas já dizem: “Ela está menstruada”.


Namorava muito na adolescência?
Cleide dos Anjos
, Cotia (SP)


X: Nada! Quando ia ao baile, ia com minha mãe. E eu usava esses lugares meio que para aeróbica! Dançava tanto que suava! Na adolescência, era longe de ser a menina que eles achavam bonita. Então, por causa disso, não fui muito de namorar. Com 11 anos, eu pensava que se beijasse ficava grávida. Aos 12 anos, eu quis saber o que era. Tinha o Dunga, de Bento Ribeiro (subúrbio do Rio), o menino de que eu gostava. A gente beijava só de encostar a boca. Mas fui querer aprender o beijo com um outro menino e, quando ele botou a língua, acabei vomitando. E eu não gostava dele, né? Ele era loiro e de olho claro e eu não queria saber. Gostava de um neguinho! Só de 12 para 13 anos é que dei meu primeiro beijo de verdade, com o Dunga, o meu neguinho. Ele me ensinou. E não foi fácil. Nem ele sabia direito!

Quando a Sasha nasceu, muita gente disse que ela iria viver num mundo cor-de-rosa, mas hoje ela parece ser uma menina muito pé no chão. Quem é mais madura, você ou ela?
Joana Figueira
, São Paulo (SP)


X: Com certeza, Sasha é a mais madura da relação. Ela me dá aulas. Ela nasceu pronta. As pessoas pensaram isso no começo, pois é óbvio que eu mimaria minha filha! Eu mimo o filho dos outros, não mimaria a minha? Ela não é deslumbrada, não é patricinha, não é metida. E poderia. Por tudo o que eu estraguei! É a índole dela. E o fato de eu usar muito a verdade com ela. Desde muito pequena. Nunca a tratei de um jeito tatibitati, como nunca fiz isso com os filhos dos outros. Como toda criança, eu acho que ela tem que ser respeitada. É raro eu dizer não para ela. A vida já diz tanto não! Tanto que, quando eu digo não, ela sabe que é algo sério, nem me questiona. Já é tudo tão difícil! Escola é difícil, os primeiros relacionamentos, a gente sofre pra caramba. Por que eu seria mais uma pedra no caminho dela? E ela sabe o limite dela! Pelo fato de eu conversar e explicar tudo, ela conhece bem os limites.


Fonte: Jornal do Brasil e RevistaQuem

03 março 2012

“A sociedade não estava preparada para uma banda só de mulheres”, diz Joan Jett sobre o The Runaways

Lollapalooza: Ícone feminino do rock se apresentará no Brasil pela primeira vez

Joan Jett pode não ser detentora de uma enormidade de hits, mas sua importância na história do rock é inegável: ela esteve no primeiro grupo de rock and roll inteiramente formado por mulheres a ser reconhecido globalmente, o Runaways. Aos 53 anos, Joan se apresentará no Brasil pela primeira vez ao lado de sua banda, a Blackhearts, em 7 de abril, no festival Lollapalooza, em São Paulo (com ingressos esgotados).


“A sociedade definitivamente não estava preparada para uma banda só de mulheres”, ela relembra sobre a época em que o Runaways surgiu, em meados dos anos 70. “A gente chocava as pessoas sem fazer nada. Não precisávamos fazer nada ultrajante, não precisávamos nos vestir de forma estranha, não precisávamos xingar. Apenas aparecemos com instrumentos e todo mundo ficou assustado.” Em 1976, quando Joan lançou o primeiro disco do Runaways ao lado de Sandy West (bateria), Lita Ford (guitarra), Jackie Fox (baixo) e Cherie Currie (vocais), havia pouquíssimos ídolos femininos em quem se espelhar. Suzi Quatro era um deles, admirada por Joan no início da carreira.


O tempo passou; a década de 90 viu o surgimento do Riot Grrrl, uma dissidência do punk essencialmente feminina, e bandas como L7 conseguiram relativo sucesso nas rádios. Mas, ainda assim, há certa escassez no surgimento de ícones femininos no rock, em termos globais. “Em geral, tem sido muito difícil para as mulheres”, concorda Joan. “Não ficou nem um pouco mais fácil nos últimos 30 anos. Ainda existe a ideia de que as mulheres têm de ser sexy, e mulheres segurando instrumentos são um pouco ameaçadoras.”


A história do Runaways foi mostrada em 2010 no filme The Runaways - Garotas do Rock, estrelado por Kristen Stewart no papel de Joan Jett (“Ela estava extraordinária, foi ótimo trabalhar com ela”, afirma a artista, que atuou como produtora-executiva do filme) e Dakota Fanning como Cherie Currie. Para Joan, o principal mérito do longa foi apresentar a banda para a nova geração. “Acho que mostrou a muitas garotas que não conheciam. E acho que foi uma das razões pelas quais Kristen decidiu fazer o filme”, diz.


Estreia no Brasil
Joan Jett trará o Blackhearts, seu grupo desde a década de 80, ao Brasil pela primeira vez. “Mal posso esperar. Estou muito animada, porque há anos as pessoas me dizem que temos um público aí.” O show deve ter todos os hits, como “I Love Rock and Roll” (faixa do grupo The Arrows que ganhou uma versão de Jett em 1982, mais conhecida que a original), além de algumas inéditas, entre elas “Reality Mentality”, “Hard to Grow Up” e “TMI”. E existe a possibilidade de uma surpresa no país: no ano passado, a cantora subiu ao palco com o Foo Fighters, headliner da primeira noite do Lollapalooza, para cantar o hit “Bad Reputation”, algo que pode se repetir por aqui. “Ainda não conversamos sobre isso, mas eu estou totalmente a fim. Depende deles”, atiça Joan.


Planejando o lançamento de novas músicas em 2012 (o último disco, "Sinner", é de 2006), Joan Jett não consegue se enxergar fora dos palcos. “É meio difícil me imaginar aposentada. Se eu me aposentasse, provavelmente desaparecia, iria viver na floresta. Ou vou tocar até cair no palco”, afirma, rindo. “Não tenho certeza de qual será. E até eu tomar essa decisão... mas ainda não estou lá. Estou feliz, eu amo viajar, amo tocar, amo conhecer pessoas. Ainda estou me divertindo.”


Fonte: Revista Rolling Stone

16 dezembro 2011

Filha de Michael Jackson estreia em filme para adolescentes

"Quero ser como ele", dispara Paris sobre o pai em "Moonwalker"

Veja a entrevista


A filha do cantor Michael Jackson, Paris Jackson, está se preparando para atuar no seu primeiro filme e confessou que desde pequena busca inspiração no pai, morto em 2009. "Quando eu era bem pequena, meu pai estava no filme "Moonwalker", e eu sabia que ele cantava muito bem, mas não sabia que ele podia atuar. Eu vi aquilo e disse: 'Uau, eu quero ser como ele", confessou Paris em entrevista ao programa "Ellen DeGeneres Show" na manhã desta quarta, dia 14.


A garota de 13 anos, que será a estrela de um filme para adolescentes chamado "Lundon's Bridge and the Three Keys", contou em sua primeira entrevista solo que adora atuar e, se o pai estivesse vivo, eles iriam "ensaiar juntos", com ele na direção. "Ele diria: 'Ok! Nesta cena você vai chorar'. E eu ia chorar na hora certa", revelou.


Paris, que confessou que agora tem uma "infância regular" e se sente "normal" em ir para escola particular, admitiu que nem sempre gostou de ter que passear com o pai e irmãos, Blanket e Prince, usando máscaras. "Eu pensava: 'É ridículo, por que eu estou usando uma máscara? Mas eu meio que percebia, quando ia ficando mais velha, que ele só estava tentando nos proteger, e iria explicar tudo para nós", concluiu.


Ao fim da entrevista, a filha de Michael Jackson revelou que o que seu pai disse para ela de mais inesquecível foi: "Se eu morrer amanhã, lembre-se de tudo que te disse". "Eu aceitei o conselho e lembro de tudo que ele já me falou", finalizou emocionada.


Fonte: UOL


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08 dezembro 2011

"Tenho uma estranha obsessão por porcos", diz Kermit, dos Muppets

Personagem esteve no Brasil para divulgar o filme

E não é que ele foi parar até na Eliana?

E também no Legendários


O simpático sapo conhecido por aqui como Caco deu uma entrevista ao G1 na última semana. O personagem falou sobre suas "raízes" amazônicas, a obsessão por porcos e o relacionamento com Piggy.


Quem controla a marionete desde a morte do criador Jim Henson, em 1990, é o norte-americano Steve Whitmire. Espirituoso, Whitmire dá vida a Kermit - nome original do personagem - através de suas mãos e de sua voz.


No vídeo abaixo, Kermit explica porque era conhecido como Caco no Brasil, abre o jogo sobre seu relacionamento com Miss Piggy e dá detalhes sobre a dificuldade de ser um sapo civilizado em um mundo de humanos selvagens. É entretenimento puro. Divirta-se!


Com vocês ...



Com informações do G1.

Redação Canal 80

07 outubro 2011

Com 25 anos de Globo, Xuxa diz não sentir saudades do Xou da Xuxa

Segundo jornal, apresentadora tinha medo das pessoas gritando para vê-la

Em entrevista à revista Canal Extra, do jornal Extra, a apresentadora Xuxa Meneguel contou que tinha medo de seus fãs na época do Xou da Xuxa. “Na verdade, aquela euforia dos fãs me assustava. Tinha medo. Via as pessoas chorando, gritando. Tinha gente que desmaiava quando chegava perto de mim”, disse. “Antes, eu era a Rainha dos Baixinhos, agora sou amiga deles”, contou Xuxa.

A apresentadora relembrou ainda da época em que morava no subúrbio do Rio de Janeiro. “Sabe do que tenho muitas saudades? Não é pouca não, é muita! Sinto saudades do cheiro de pizza, do lugar, da escola, do uniforme. Tenho saudades das coisas boas que vivi, das brincadeiras que fazia. Limpar garagem... Limpava carros sábado e domingo, brincava de queimada, de pique”, disse.

Xuxa disse ainda que quer comprar uma casa em Coroa Grande, zona litorânea de Itaguaí. “Quando vou para Angra, passo por lá. Cara, as pessoas devem ficar de saco cheio! Porque toda vez mostro onde ia, onde tomava banho, onde brincava. Paro para comprar cocada e as pessoas tremem. Parece que estão vendo fantasma", brincou.

Fonte: Revista Contigo

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24 setembro 2011

E o rock caiu no colo dela // Roberta Medina

Foi dela a experiência bem sucedida na Europa. Com vocês, a patricinha do Rock in Rio ...

Imagina você ter um pai bem-sucedido, famoso por ter organizado o primeiro grande festival de rock num Brasil em plena transição política e ávido pelas novidades do cenário internacional. E logo aos 22 anos receber dele a missão de ser a coordenadora de produção da terceira edição do evento. Tudo na base do “se vira aí, garota”.

Após passeios pela obra, jantares para as bandas em casa e outras poucas lembranças de 1985, passando pela curtição de visitar os camarins e os shows que quisesse de 1991, a “mamata” acabou para Roberta Medina em 2001. Mal atingiu a maioridade, e já assumia um cargo de grande responsabilidade na gerência do maior festival de música do país. Tudo isso, vale lembrar, sob os olhares críticos de quem via nela “uma patricinha”, ou então, “a filha do homem”.


Foi com a melhor equipe de produtores do país que ela cresceu e apareceu. Dez anos depois, Roberta Medina não é apenas a vice-presidente do Rock in Rio 2011, que tem início no próximo dia 23 de setembro. Aos 33 anos, a empresária hoje tem no currículo seis edições do evento realizadas na Europa – para onde se mudou de vez. Hoje mora em Lisboa, Portugal, cidade que já recebeu, para inveja dos cariocas, quatro edições do Rock in Rio em menos de uma década. Em suma, tem hoje experiência de sobra.

Pincelamos neste post um pouquinho do que a moçoila fala. Se animar, veja aqui a íntegra.

Sua vida profissional é toda guiada pelo Rock in Rio?

Não é que seja guiada, mas é uma parte grande, digamos que 50% do meu tempo são para outros projetos. Metade, portanto, para o Rock in Rio. O fato de crescer perto dele, ter o presidente que é o Roberto [Medina, pai], e ter um time forte, faz com que a gente se divida, pois ele [festival] é uma empresa. Dá “muuuuito” trabalho. A gente, então, vai se multiplicando.


O que é muito engraçado para mim também é que o Rock in Rio é como se fosse um irmão. O Roberto é apaixonado pelo projeto, é o filho querido dele. Tudo o que passou de ruim, superações, estar presente hoje em três países [Brasil, Espanha e Portugal], é tudo muito emocionante. Somos todos parte de uma máquina que fez o festival crescer!


Você chama sempre o seu pai de Roberto?

Não, não, chamo ele de pai, se chamasse de Roberto ele ficaria mal humorado comigo. Mas profissionalmente eu prefiro chamar de Roberto.


Qual a lembrança que você tem da época que o seu pai organizou o primeiro Rock in Rio, em 1985? Você já tinha alguma noção do que representava o festival para o país?

Nenhuma dimensão. Tenho apenas memórias de brincar com produtos oficiais. Eu fui em dois dias, fiquei nos bastidores, lembro de botar gel colorido no cabelo, que era moda na época, e óculos coloridos. Tantas coisas divertidas. Lembro também de me perder na obra (risos). Estava ao lado de uma tenda, e eles [pai e funcionários] do outro. Quem me achou foi um funcionário do meu pai. Eu fiquei aos prantos. Lembro também de um jantar em casa para todos os artistas. Era uma sensação, uma euforia enorme de ter um jantar grande, empresários me dando presentes. Tenho também duas imagens na cabeça; uma é a Nina Hagen, e outra é a Rita Lee. Os cabelos coloridos me chamavam a atenção. [não à toa: até hoje ela gosta de pintar o cabelo com cores, digamos, extravagantes].


Em 2001, com apenas 21 anos, você assumiu o controle da produção do Rock in Rio. Você não se achava muito nova para tamanha responsabilidade? Como foi encarar tudo aquilo?

Assumi a coordenação de produção, o que foi uma insanidade do meu pai. Alguma razão ele deveria ter, porque eu não produzia efetivamente, eu geria informação apenas. Eu assumi mais responsabilidade do que eu poderia. Mas funcionou bem porque eu tinha a melhor equipe de show business do Brasil para me ajudar. Eu geria equipe, tinha que ler contratos, autorizar pagamentos, mas é claro que o planejamento minucioso não fui eu quem fez. Eu brinco que aquela edição foi mestrado e doutorado em nove meses muito intensos. Eu não tinha a mínima ideia do que eu tinha que fazer, não parei para pensar. No final foi muito pesado e quando acabou eu não queria ver nada do festival. Somente três meses depois eu quis ver. A gente estava num auditório da ArtPlan [agência de publicidade dos Medina], e quando rolou uma [tomada] aérea da Cidade do Rock, só ali que eu entendi a dimensão. Fiquei presa à cadeira, paralisada com aquela imagem desconcertante de milhares e milhares de pessoas. Foi incrível.


Rock in Rio na Europa: de quem foi a ideia, como foi montar e fazer a consolidação do festival em Lisboa e, depois, Madrid?

Meu pai sempre quis estar presente em todos os continentes. Ele queria que os shows da terceira edição fossem em 2000, pra contrariar que o mundo fosse realmente acabar. E ele, grande sonhador, como a gente brinca, queria fazer isso no mundo todo. Mas voltar a fazer aqui já era uma loucura, a gente brinca que queríamos deixar o mundo pra depois. No entanto, sempre quisemos internacionalizar a marca. Um rapaz português, um empresário, sempre vinha dizer que queria levar o festival para Portugal. E a gente não dava muita atenção. Um dia dissemos: se você marcar reunião com o prefeito, der garantias de preparar o parque, os serviços que o festival necessita, vamos lá conversar. Em duas semanas ele marcou tudo, e mais duas semanas depois o Roberto estava lá. Ou seja, em um mês assinamos o protocolo. Aí entrou a produção. Acabou ficando para mim a função de ir até lá e ajeitar a produção.


Como está a sua rotina? Está tendo tempo para alguma outra coisa além de pensar no Rock in Rio 2011?

Trabalho, casa, casa, trabalho. Mas uma coisa eu posso dizer: Lisboa me ajudou a ter um equilíbrio maior. Voltar para o Brasil dez anos depois é como se fosse uma primeira vez. Eu ficava indo e vindo de Portugal, era muito intenso. Em março, sim, eu “cheguei” de vez. As coisas ficaram mais apertadas a partir de maio, mas como eu disse, hoje consigo conciliar melhor, a experiência européia foi muito positiva nesse sentido.


Vocês esperavam que os 700 mil ingressos se pulverizassem da forma que ocorreu? É em função do momento econômico do país, ou todo mundo estava com saudade mesmo?

Acredito que seja a soma das duas coisas. Havia, claro, uma saudade grande do festival, o público brasileiro tem esse sentimento de pertença em relação ao Rock in Rio. Ele é um evento à parte. É comparado como uma Eurocopa, em termos de relevância. É o nosso Woodstock, é marca cultural na vida de muita gente. Mas tem o momento eufórico do Rio de Janeiro e do próprio Brasil, o que não podemos deixar de lado também.


Após a confirmação do line-up, teve quem torceu o nariz para o festival por trazer bandas de rock meio “repetidas”, como foi o caso do Red Hot Chili Peppers, do Guns N´Roses, dentre outras. Qual foi o critério de escolha das atrações?

Foi puramente uma pesquisa de mercado justamente com o Ibope. De cima para baixo. Friamente falando é isso aí. Trouxemos quem o brasileiro queria ver.


A pior apresentação na sua opinião?

News Kids On The Block, em 1991. Os caras tocaram com a roupa que saíram do avião. Não dava, faltou produção.


Fonte: MSN

17 setembro 2011

O Canal 80 reprisa mais momentos da telinha

E aí, com saudades da sessão nostalgia?

O Canal 80 revira mais uma vez o baú para reprisar alguns bons momentos da telinha. Se você viu ou foi da época, okay. Senão, vale sempre perder algumas horinhas e deixar-se levar nesta viagem ao tempo.

No vídeo abaixo, postamos a entrevista recente do Seu Barriga ao CQC, Gentilli. Apesar das bobeiras do apresentador, até que a mesma não foi assim tão ruim. De brasília amarela ... olha ele, olha ele!

Ator de Chaves arranha no português:

Na sequência, revemos o programa Geração 80, apresentado por Kadu Moliterno nas tardes de domingo, e com texto de Paulo Coelho. Neon, rampas e patinadores arrasavam na pista. Alguém lembra aí daquele clipe da Rita Lee? Pense rápido! Ele já passou por aqui, no vídeo da semana.



Outro programa que fez muito sucesso na época foi o Clip Clip apresentado por bonecos de teatro. Sob a direção de Boninho, ele foi ao ar na Globo, de 1984 a 1987, nas tardes de sábado e domingo. Em 86 passou a ser apresentado pela jornalista Lorena Calábria, que recebia os números musicais.

Chamadinha do programa com Maurício Mattar:


Redação Canal 80

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Você sabe quem foi o apresentador do Rock in Rio I?

Kadu Moliterno conta como foi apresentar o Woodstock brasileiro, em 1985

“Cadê meu texto?” O ator Kadu Moliterno chegou perguntando à Cidade do Rock, no dia 11 de janeiro de 1985, para apresentar a primeira edição brasileira do Rock in Rio. Mas não havia texto algum. A missão de Kadu era subir ao palco do festival e apresentar bandas e artistas para a plateia. Ele não sabia o que iria acontecer. Aliás, ninguém sabia. De certo, só os nomes dos convidados, artistas como AC/DC, Scorpions, James Taylor, Ozzy Osbourne, Queen, Os Paralamas do Sucesso, Ivan Lins, Erasmo Carlos, Rita Lee, Moraes Moreira, Barão Vermelho, entre outros.

O que aconteceu depois que Kadu anunciou Ney Matogrosso, o primeiro a se apresentar, virou história. Em entrevista, Kadu Moliterno, que à época do Rock in Rio I tinha 33 anos e muito mais cabelo, relembrou algumas passagens do festival, como a apresentação de Erasmo Carlos, em meio a uma "chuva" de vaias e latas jogadas pelos metaleiros que estavam ali para ver um som mais pesado. “Sobrou até para mim. Tive que me esconder atrás de uma caixa de som”, diz Kadu, hoje aos 59 anos.


O ator, que atualmente vive o personagem Nelson em Malhação, diz que gostaria de assistir aos shows do Rock in Rio IV, que começa no dia 23 de setembro, mas ainda aguarda um convite da produção do evento. E ele pede mesmo. “Pode escrever aí que estou pedindo ingressos”, diz. Vale até lançar uma campanha: #ingressosparaoKadu.


ÉPOCA - Como surgiu o convite para apresentar o Rock in Rio?
Kadu Moliterno –
Eu já fazia novelas, apresentava o programa Geração 80 (programa musical da TV Globo) e o Vídeo Show. O Medina (Roberto, criador do festival) me procurou e fez o convite. O cachê era bom. Eu topei.


ÉPOCA - Você tinha ideia do que seria, de fato, o festival?
Kadu –
Quando eu cheguei lá e vi milhares de pessoas eu pensei: é o Woodstock brasileiro.


ÉPOCA - Qual era exatamente a sua função como apresentador?
Kadu –
Fui para a Cidade do Rock com a minha moto. Cheguei lá e comecei a procurar meu texto. Queria saber o que eu teria que falar, como apresentar. A produção me disse que não havia texto algum, que era para eu subir ao palco e apresentar as atrações. Fiquei naquela adrenalina. Na hora de apresentar o primeiro show, concentrei-me e me veio à cabeça a Elis Regina, que havia morrido três anos antes. Resolvi dedicar o Rock in Rio para ela.


ÉPOCA - As vaias dos metaleiros para alguns artistas se tornaram históricas no Rock in Rio I. Você também foi alvo deles?
Kadu –
Fui, sim. No “Dia do Metal” escalaram o Erasmo Carlos. Quando eu subi ao palco e o anunciei, vi um monte de latas e garrafas vindo na minha direção. Tive que esconder atrás de uma caixa do som. Nas primeiras músicas, o Erasmo teve que se proteger, cantar meio de lado. A energia que vinha da plateia nesse dia era muito pesada. Vi diversas brigas também.


ÉPOCA - Você conseguiu curtir algum show? Conheceu algum artista internacional?
Kadu
– Nos bastidores eu vi todos eles. Tanto o Freddie Mercury, que era considerado o grande astro do momento, quanto Os Paralamas do Sucesso, que estavam começando. Lembro do Herbert Vianna com seus óculos coloridos...


ÉPOCA – Teve alguma apresentação que marcou mais?
Kadu –
O show do Queen, sem dúvida, foi o auge do festival. Aquele coro de milhares de pessoas cantando as músicas do grupo. Foi emocionante. Lembro também da apresentação da Rita Lee. Havia um boato de que o mundo acabaria, que Nostradamus havia previsto que o mundo chegaria ao fim durante uma grande concentração de pessoas. Minha mãe ficou preocupada, pediu para eu tomar cuidado. De repente, durante a apresentação da Rita, aconteceu um curto-circuito no palco. Eu peguei minha moto e fui embora. Achei que o mundo estava realmente acabando (risos).


ÉPOCA - O que aquela juventude que estava ali queria? Eram jovens diferentes dos de hoje?
Kadu –
No Rock in Rio tinha uma sensação de liberdade no ar. O Brasil estava saindo de uma ditadura militar. Mas acho que os jovens são iguais em qualquer época. Eles sempre querem alguma mudança. Porém, hoje, os movimentos nascem pela internet. Não tem a figura de um líder. O líder são as redes sociais. Na minha época de adolescente, a gente ia para a rua lutar contra a ditadura. A polícia e o governo sabiam quem estava nas ruas. Agora, os jovens começam uma revolução pela internet. Às vezes eu brigo com meus filhos (Kadu tem três filhos, de 14, 18 e 19 anos) para eles saírem da rede, praticar esportes. Pelo menos isso eu tenho conseguido.


ÉPOCA - Você acha que ser o apresentador ajudou a conquistar a empatia dos jovens e, depois, emplacar o sucesso como Juba em Armação Ilimitada (a série começou quatro meses após o Rock in Rio, em maio de 1985)?
Kadu –
Não acredito. Eu já falava com o jovem quando apresentava o Geração 80. O Medina deve ter feito alguma pesquisa que resultou no meu nome. A Armação foi ideia minha e do André (di Biasi, o Lula do seriado). Criamos o seriado na praia, conversando.


ÉPOCA – Você pretende ir a este Rock in Rio? Quer ver algum show específico?
Kadu –
Gostaria de ir e levar meu filho para ver os shows do Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Stevie Wonder. Mas estou batalhando por um ingresso vip. Detesto tumulto, por isso queria algo mais vip. Escrevi para o Niemeyer (Luiz Oscar, produtor do Rock in Rio I), mas até agora ele não me respondeu. Acho que mereço um convite, afinal participei do primeiro Rock in Rio, que foi o que ficou para a história. Pode escrever aí que estou pedindo ingressos...

Fonte: Revista Época

22 agosto 2011

De volta à mídia: Byafra

Aos 53 anos, cantor revela como tem lidado com as críticas em relação ao polêmico comercial e diz ter triplicado a agenda de shows

Enquanto alguns chamam de "constrangimento do ano", Byafra colhe os frutos do comercial que gravou recentemente. A propaganda mostra um ladrão furtando um carro. Só que, logo que senta no banco do motorista, vem a surpresa: o músico surge no banco de trás cantando "Sonho de Ícaro", aquela música que diz Voar, Voar/Subir, Subir. O criminoso até que tenta aguentar a "tortura", mas abandona o veículo em seguida no meio da rua.

O hit é o mesmo daquela gravação do documentário “Alô alô Terezinha”, sobre a vida do saudoso Chacrinha. Na ocasião, enquanto interpretava o hit, Byafra foi atingido por um parapente. A cena não só foi parar no vídeo oficial da homenagem, como ganhou destaque na internet e em vários programas de humor.

Em entrevista, Byafra falou sobre a experiência e sobre as criticas que vem recebendo. "Nem todo mundo entendeu a brincadeira, mas foi um trabalho muito divertido", garante. "Fora que depois disso meus shows triplicaram", revela.

Para se ter ideia, logo após a primeira exibição da propaganda, no último sábado do mês de julho, não só o nome do cantor foi parar no trending topics do Twitter (ranking das palavras mais citadas no microblog), como também as frases "Bradesco Seguro" e "vai que..." viraram febre na rede social. No entanto, o cantor afirma que não esperava essa repercussão toda.

Você já havia sido convidado para outros comerciais e não aceitou. Por quê?
Eu havia sido chamado para fazer um da Embratel, com o Bruno Mazzeo, e outro da Skol, aquele com o Beto Barbosa. O primeiro demorou muito para sair e acabei não fechando contrato. Já no da cerveja queriam fazer uma comparação entre o novo (que seria a nova lata da Skol) e o velho (no caso eu). Achei a idéia de mal gosto e acabei não aceitando.

E o que te levou a aceitar a proposta do Bradesco?
Primeiro o fato de eu irritar um ladrão. Vi ali a possibilidade de ser algo bacana, de bom gosto. E realmente foi muito gostoso. Foram 6 horas de gravação na madrugada para tirar apenas 30 segundos, mas valeu a pena.

Você não teve medo de denegrir sua imagem?
Não porque eu acho que quem gosta de mim, gosta e vai continuar gostando. Quem não gosta, vai continuar não gostando. É impossível agradar gregos e troianos. E, como diria Nelson Rodrigues, "a unanimidade é burra". Você tem de tratar bem seus fãs, as pessoas que gostam de você, e seguir em frente.

Te incomoda ler as críticas que têm saído na internet?

Sempre dou uma olhada no meu Facebook e vejo que algumas pessoas ficaram ofendidas até com o bando, achando que foi uma falta de respeito comigo. Para esses sempre explico que trata-se de uma brincadeira e que foi uma agenda de publicidade que criou. Já os que falam mal, geralmente, são os que falam mal de tudo, então nem dou importância.

O cachê foi muito alto?
Eu diria que foi um cachê merecido.

E o que você pretende fazer com o dinheiro?
Nada em especial. Estou gravando um CD com 16 músicas, quatro delas inéditas, mas era um orçamento que já estava previsto. Estamos acabando de mixar o álbum para ser lançado o mais breve possível. Só não tem a data certa porque tem certas coisas que não dependem da gente.

Quem escolheu a música "Sonho de Ícaro" para a propaganda?
A própria agência de publicidade. Acho que desde aquela história do parapente já estavam de olho por causa da repercussão que causou.

E seus shows aumentaram depois disso?
Minha agenda triplicou. Percebo também que tem uma garotada entrando no meu site, um público mais jovem, ligado à internet mesmo.

Você tinha noção de que o trabalho renderia tantos frutos?
Eu sabia que, no mínimo, seria muito divertido, mas não imaginava que teria essa repercussão tão grande. Muita gente chega em mim e diz que não imaginava que eu seria capaz de fazer uma cena como aquela, bem humorada, e eu respondo: nem eu. Sempre fui muito fã do Charlin Chaplin, que passa da comédia para o trágico em um piscar de olhos, e acho que ele foi minha grande inspiração.

Fonte: eBand

03 agosto 2011

"Smurfs" invadem a telona

Adaptação do desenho belga, que estreia nesta sexta, dia 6, agradará em cheio as crianças

Entenda como começou a Smurfmania
Teste o Smurf Yourself!

Nas histórias em quadrinhos criadas pelo belga Peyo (1928-1992) ou na série de desenhos animados produzida pelos estúdios Hanna Barbera, o que fazia a graça de Os Smurfs era justamente o contraste entre as diferentes personalidades das criaturinhas azuis em histórias bem-humoradas e aventuras divertidas.

Os Smurfs, adaptação cinematográfica dirigida por Raja Gosnell (o mesmo de Esqueceram de mim 3, Vovó… Zona e Scooby-Doo) não consegue manter esse espírito. Até porque o filme está atolado em tantos formatos e convenções hollywoodianas que sobra pouco espaço para explorar o carisma de Papai Smurf e cia. Além disso, as cenas de mershandising não são poucas. Parece que o objetivo do longa-metragem é servir como um grande comercial.

No filme, seis smurfs vão parar em Nova York. Para voltarem a sua aldeia, eles terão de fazer um encanto em uma noite especial e, claro, escapar do gato Cruel e do feiticeiro Gargamel — Hank Azaria, perfeito no papel, acaba sendo o único destaque. Na cidade grande, os azuizinhos são ajudados pelo casal Patrick (Neil Patrick Harris) e Grace Winslow (Jayma Mays), que vivem uma trama paralela (bem água com açúcar) que acaba por desequilibrar o que deveria ser o foco principal do filme.

As crianças muito pequenas podem até se entreter. Quanto aos adultos, a única certeza é sair do cinema com a música tema dos Smurfs na cabeça (“lá, lá, lá, lá, lá, lá…”).

Fonte: Correioweb

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03 julho 2011

Em entrevista, os autores do "Almanaque Anos 80"

E dá-lhe memória afetiva!

Responda rápido: quantos joysticks você quebrou jogando Atari? Teve pesadelos com bonecos do Fofão? E ouviu Ultraje a Rigor, Ritchie e Dr. Silvana? Assistiu na Sessão Comédia a Super Vicky, A gata e o rato e Punky, a levada da breca? Tentou descobrir quem matou Odete Roitman? Fez bola de chiclete com Bubbaloo? Essas e outras recordações, descritas e ilustradas no livro "Almanaque dos anos 1980" (Ed. Ediouro), foram pinceladas cuidadosamente pelos autores Mariana Claudino, 36 anos, e Luiz André Alzer, 39, autênticos personagens da época. Publicado em 2004, o livro é feito para a geração da década e também para aqueles que gostariam de ter dançado uma lenta ao som de Menudos ou assistido a filmes como "Os Goonies". Nesta entrevista, os autores contam como tiraram a poeira de episódios marcantes dos anos 1980.

Como foi feita a seleção dos eventos, personagens e invenções que marcaram a década de 1980?
Mariana — Fizemos um trabalho intenso na Biblioteca Nacional, pesquisamos jornais e revistas desde 1º de janeiro de 1980 — que teoricamente não é década de 80, já que a década começa oficialmente em 1981, mas resolvemos incluir — até 31 de dezembro de 1990. Passamos alguns meses vasculhando o que julgávamos interessante. Mais do que notícias, que serviram para contextualizar a época, a gente se deparou com anúncios e propagandas de brinquedos, guloseimas, tijolinho de cinema, grade de programas de televisão... O termômetro era a nossa lembrança e a lembrança dos amigos. Depois dessa fase de pesquisa, contamos com ajuda de amigos, sites e empresas e fomos à caça de fotos e mais informações.

Luiz André — O trunfo do Almanaque é misturar essa memória afetiva com dados precisos, datas checadas, informações de fato pesquisadas. Poderíamos simplesmente fazer um livro com as nossas saudades, mas a ideia era que fosse um retrato da geração. Daí a necessidade de checar se determinada banda só lançou um disco ou teve, realmente, alguma representatividade. E mais do que isso: por se tratar de um livro nacional, não dava para entrar algum produto ou personagem unicamente regional. Quanto às pesquisas, isso era quase uma necessidade nossa da profissão. Não queríamos um livro frouxo, apenas saudosista. Era preciso ir a campo, pesquisar em jornais, revistas, com empresas... Vale dizer que quando o livro foi lançado, em 2004, a quantidade de informações e fotos sobre a década na internet era muito limitada. Especialmente informações precisas.

Vocês acreditam que o almanaque abraçou todos os episódios marcantes da época ou tiveram que deixar de fora episódios interessantes?
Mariana — A gente incluiu muita coisa, mas são só 304 páginas para uma década inteira... Além disso, a ideia nunca foi fazer uma enciclopédia, um tratado ou um trabalho jornalístico. O que quisemos foi fazer um apanhado do que foi mais marcante e divertido para a geração que era criança/adolescente na época. O livro tem muito desse lado divertido, lúdico mesmo.

Luiz André — Deixamos propositalmente de fora alguns acontecimentos marcantes da década. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, já no apagar das luzes da década, não está no livro. É indiscutível que foi um dos fatos mais relevantes da década, mas não era um símbolo daquela geração, mas sim dos nossos pais. Assim como também não entraram as mortes de ícones com Elis Regina e Garrincha — dois personagens brasileiros fundamentais, mas muito distantes da juventude/infância da década. Por outro lado, falamos de economia, mas por uma outra ótica. Destacamos, por exemplo, o que se dava para comprar com a nota de ‘um barão’ (ou mil cruzeiros) ano a ano, e fica evidente a desvalorização da moeda. Ou seja, é uma forma de falar de inflação, só que como atingia as pessoas.

Quais desses episódios, vocês apontariam como os mais interessantes publicados no almanaque?
Mariana — O Almanaque trabalha muito com a questão da memória afetiva, então isso acaba sendo uma resposta muito pessoal, e a minha resposta pode parecer um pouco alienada, mas não é, porque a ideia do livro é matar saudade, emocionar quem era criança, jovem naquela época. Por isso, para mim, o que é mais interessante no Almanaque pode não ser o mais representativo politicamente, por exemplo. Eu fui ao comício das Diretas Já com a minha mãe, aos 10 anos, tinha consciência política, mas gostava mesmo era das minhas Barbies. As novelas e programas de televisão dos anos 1980 são, na minha opinião, imbatíveis. Atualmente, vejo a reprise de Vale tudo e percebo como aquela década foi interessante também por esse ponto de vista. Ao mesmo tempo, a nossa pesquisa revelou algumas informações engraçadas e pitorescas que pouca gente sabia: José Mayer, por exemplo, dublava a voz do Burro Falante, do Sítio do Pica-pau amarelo. Ou que Moacyr Franco fez teste para ser o Bozo...


Luiz André — Para mim, o emblema da década é o rock brasileiro, com pesos pesados como Titãs, Legião Urbana, Paralamas, Barão Vermelho e Cazuza, Ultraje a Rigor... É a trilha sonora que marcou toda uma geração e que influenciou quase todo o rock que veio depois. Mas foi também a época em que a televisão teve alguns marcos importantes: as novelas de humor no horário das sete — que teve como ícones Guerra dos sexos e Que rei sou eu? —, que perduram até hoje. A linguagem de videoclipe e quadrinhos de Armação ilimitada e que até hoje é repetida nos programas jovens, inclusive os da MTV. E o humor escrachado e meio anárquico da TV Pirata e do Perdidos na noite, do Fausto Silva, que inspiraram quase todos os programas de hoje em dia. No esporte, um dos marcos dos anos 1980 foi a Fórmula 1. Nós conquistamos cinco títulos mundiais na década: três com Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987) e dois com Ayrton Senna (1988 e 1990), que transformou o Tema da vitória num clássico dos anos 1980.

E por que a década de 1980 exerce tanto fascínio não só nas pessoas que a viveram, como também em jovens que não viveram, mas gostariam de ter experimentado tudo o que se passou no período?
Mariana — Lembro que nos anos 1980 o revival era dos anos 1960. Na minha opinião, é preciso um distanciamento de tempo para rever e relembrar uma década. Hoje, estamos na época de relembrar os anos 1980, e daqui a pouco é a vez de lembrar os anos 1990. Sou suspeita para falar, mas os anos 1980 são muito particulares: início da era tecnológica, anistia e abertura política, movimento do rock nacional, nova linguagem de humor na televisão… Foi uma época de transição, e isso causa um certo encanto.


Luiz André — Nela vimos a geração da transição. Juntou o analógico, que vigorou até os anos 1970, com o digital, que explodiu nos 1990. Talvez tenha sido a única geração em que a garotada teve tanto fascínio pela tecnologia do Atari e pela ‘novidade’ do videocassete quanto pelos jogos de tabuleiro, como War, Detetive, Master... Sem contar que é uma geração muito mais descompromissada, menos sisuda como as das décadas anteriores, que tinha uma bandeira para lutar. Foi a primeira geração depois de longos anos que poderia se expressar livremente, que podia tanto discutir as Diretas Já e dar um voto de protesto no Macaco Tião quanto dançar ao som de Dr. Silvana e Metrô. E esse fascínio com a garotada de hoje em dia também se deve a um ponto importante: quem tem hoje entre 35 e 50 anos, que viveu intensamente os anos 1980, hoje é pai/mãe de crianças e adolescentes. É natural que queiram mostrar para seus filhos o que de bom teve na sua época.


Fonte: Correio Braziliense

26 maio 2011

Musa dos anos 80 volta à TV

Bem mais cheinha, atriz diz que seu marido a chama de voluptuosa

Segundo lugar no Miss Brasil, ela fez também a novelaTop Model nos anos 80. Foi também nessa época que a atriz, nascida em Belo Horizonte, estampou algumas páginas da revista Plaboy. Hoje, aos 43 anos e mãe de gêmeos, Susy Rego retorna à TV com um perfil bem diferente.


Vivendo uma atriz fora de forma, ela encara de frente a idade que tem e o sobrepeso adquirido longe das câmeras. Respondendo a perguntas nada comuns, ela fala abertamente aos fãs nesta entrevista concedida ao jornal Extra.


— Já ouviu piadinhas infames por causa do seu sobrenome?

— Sim, e sempre as fiz também. Claro que ao conhecer o Paulo César Grande fui a primeira a afirmar que jamais namoraríamos. No entanto, ficamos juntos por cinco anos e se nos casássemos cada um ficaria com seu próprio sobrenome por razões óbvias!


— O que se transforma primeiro depois que emagrece: o humor, o guarda-roupa ou a relação com o marido?

— O guarda-roupa. Quanto ao meu bom humor e a relação com o Fernando (Vieira, o marido), só melhoram. Isso independe de peso ou manequim. Temos Marco e Massimo (os filhos gêmeos, de quase 2 anos) ao nosso redor para provar que a vida é muito mais divina e ampla que a magreza da mamãe!


— Do manequim 42 ao 46, a calcinha muda ou usa o mesmo modelo?

— A calcinha muda, mas continua interessante. Uso umas modeladoras. O Fernando me faz um chamego e me chama de voluptuosa.


— Já passou calor por não querer tirar o casaco e mostrar os bracinhos roliços?

— Sou sortuda, sou friorenta!


— Onde está guardada sua foto como Miss Pernambuco 1984, e o que pensa ao olhá-la?

— Tenho algumas no computador, vejo pelos sites, minha mãe guarda algumas...Penso que aquela menina fez belas escolhas e continua seguindo numa feliz trajetória!


— Comprar biquíni é o terror?

— Sou a presidente do meu fã-clube. Antes ficava de biquíni e disfarçava a ansiedade em ser mãe. Hoje, levo minhas duas bençãos à piscina num belo maiôzão preto clássico e rio à toa!


— É dureza cruzar com atrizes magras e saradas no camarim?

— É dureza cruzar com pessoas tristes, infelizes, doentes. Nesse elenco, as mulheres magras e saradas são dedicadas, exemplos a serem seguidos. Saúde é o que interessa!


Com ou sem 80 kg, palmas para ela! Que soube ser feliz do seu jeito ...


Redação Canal 80


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22 fevereiro 2011

"Roberta Close teve o tempo dela, agora é o meu", diz ex-sister Ariadna

Cabeleleira segue os passos da musa 80ista e sai na Playboy de março


Confirmada na edição especial da Playboy que chega às bancas em março, a ex-BBB11 Ariadna está eufórica. Acredita que o ensaio sensual possa abrir portas para outros trabalhos como modelo fotográfico, planeja um curso de teatro, um salão de beleza próprio e um livro sobre a sua vida. E não teme comparações: para ela, Roberta Close, outra transexual a estampar as páginas da maior revista de nu feminino do país, é uma diva, mas já teve o seu tempo. “Agora, é o meu”, avisa a cabeleireira de Realengo, Rio de Janeiro. Na entrevista abaixo ela fala sobre a Playboy, seu passado e a confusão com a família da ainda confinada Maria, que afirmou ter sido garota de programa.


Você teme as comparações com a Roberta Close, que também já saiu na Playboy?
Não tenho medo nenhum, acho que as pessoas exageram nas comparações. A Roberta é uma diva, mas teve o tempo dela, agora é o meu.

Antes de decidir pelo ensaio, a Playboy fez uma enquete, em que 65% votaram a seu favor. Isso a surpreendeu?
Não muito. Isso mostra como o brasileiro não só tem curiosidade, mas entende a minha essência feminina. Talvez eu também seja uma diva pelo ponto de vista das outras pessoas.

Já está definido como será feito o ensaio?
Não, mas eu gostaria que fosse num cenário natural, no campo, com jardins e flores, ou no mar.

E depois da Playboy, quais os planos?
Espero que depois da revista apareça bastante trabalho para mim. A minha meta é continuar trabalhando como modelo fotográfica e fazer curso de teatro. E quem sabe, mais à frente, abrir o meu próprio salão de beleza. Eu não tenho trabalhado como cabeleireira, mas por esses dias eu fiz o cabelo do filho do Gabriel, que voltei a namorar depois de sair do Big Brother. Mais adiante, penso em escrever um livro sobre a minha vida.

O BBB proporcionou coisas boas para você, mas também dor de cabeça. A família da atriz Maria Melilo não gostou de você ter dito ao músico Mauricio que ela trabalhou como garota de programa e já ameaçou abrir um processo...
A minha parte jurídica está cuidando disso. Eu já pedi desculpas para a mãe da Maria em entrevistas que dei a duas rádios. Não foi minha intenção ofendê-la, até porque o meu passado não é dos melhores. Eu trabalhei como garota de programa na Itália por cinco anos, juntando dinheiro para a cirurgia de mudança de sexo na Tailândia. Espero conversar com a Maria pessoalmente e dizer que não quis acusá-la de nada.


Mas você mantém a afirmação de que Maria trabalhou como garota de programa?
Prefiro não falar mais disso.

E você acha que o Mauricio deve voltar a ficar com ela?
Nada disso. Acho o Mauricio um partido ainda melhor que o Wesley para a Maria. Ele é bonito por dentro e por fora.

Por que você demorou tanto a contar aos outros participantes do reality show que era transexual?
Não preciso sair com uma placa na cabeça, “Eu sou operada, já fui travesti”. É uma particularidade minha e eu pensava em me abrir na hora certa.

E agora, por quem você torce?
Eu torço pela Jaqueline, que é guerreira, tem personalidade forte e foi quem sempre me entendeu melhor na casa. Foi ela quem mais viu a minha alma. Deve ser porque sai em escola de samba, e toda escola tem gays e travestis. O que faz uma escola brilhar são os travestis, o povo GLBT. Nós fazemos o mundo brilhar.


Fonte: Veja Online


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21 dezembro 2010

Nando Reis revela: "Desejo homens e mulheres"

No mês de aniversário, cantor fala à Bilboard Brasil

Em fase de divulgação do seu novo trabalho, "Bailão do ruivão", Nando Reis soltou o verbo em entrevista à "Billboard Brasil". O cantor, que está prestes a fazer 48 anos, falou sobre o sucesso que faz fora dos palcos mesmo não estando dentro dos padrões de beleza. "Sou ruivo, não sou bonito, não sou forte, faço uma música estranha, falo coisas estranhas... No entanto, sou cortejado por homens e mulheres, desejo homens e mulheres. E estou satisfeito por dizer: bicho, eu sou antipadrão e não tenho patrão", disse Nando.

Sem muitas pretensões, Nando ainda revelou que é um homem bem simples. "Não quero agradar a ninguém, não quero promover catarse, não quero ser símbolo, manter uma idolatria. Música, pra mim, é comunicação". Nando, que completa 12 anos de carreira solo, confessa ainda que não tem o hábito de ficar revendo seus trabalhos: "Eu nunca ouço meus discos. Gosto do que faço e sou capaz de ouvir, mas ouvir um disco feito é como se você gostasse de ficar vendo um retrato seu", comentou o cantor.

Fonte: Extra Online

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