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24 setembro 2011

#Rock in Rio: Revendo a 1ª edição

Tiramos do baú alguns momentos que ficaram na memória

E da Globo.com revemos alguns momentos da primeira edição, em 1985. Lembrando que para aqueles que não puderam ir ao Festival mas não deixam pra lá uma oportunidade, a internet propicia um #rockincasa em tempo real: é só conferir na página do G1 e na do canal Multishow. Vale também para o canal a cabo.

E, por falar em Elton John e no tributo do bituca Milton Nascimento ao Queen ... É impossível não citar a balada "Only a Dream in Rio", composta por James Taylor como homenagem ao Festival. Memória revisitada no Vídeo da Semana, é claro. Linda ... Linda e liiiiinda!

E olha o Fantástico aí, geeeeente!


E na trilha revival, nada mais sensato do que curtir a nostalgia da Blitz. Sem rodas gigantes, 1001 palcos alternativos, a mensagem principal era mesmo a música. Diversão pura e simples! Lembrando que os caras continuam firme e forte na ativa, com shows pelo país, principalmente após o lançamento da biografia. Aliás, foi este mercado editorial que deu um puta gás à velhas novas bandas, como RPM, Ultraje ...

BRrock no palco ...


Essa matéria, então, é muuuuuito engraçada. Sem celular e a parafernália atual, imagine como andava a fila do orelhão pela cidade do Rock. Viiiitrola! risos Ou talvez hoje é que esteja tudo muito fácil, descartável. Cobertura? Qualquer um faz. Basta ter um blog, um celular e ... Especialistas pipocando por todos os lados.

Ow, repórter abelhuda!


Seja como for, boas lembranças, novas histórias e música de sobra. E, ooops! Não é que ficou parecendo a Claudia Leite na publicidade? Mudam as tribos, mas a marca continua. Sucesso, rentabilidade e ... Ano que vem eles estão de volta! México? EUA?

Preparados?

Redação Canal 80

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E o rock caiu no colo dela // Roberta Medina

Foi dela a experiência bem sucedida na Europa. Com vocês, a patricinha do Rock in Rio ...

Imagina você ter um pai bem-sucedido, famoso por ter organizado o primeiro grande festival de rock num Brasil em plena transição política e ávido pelas novidades do cenário internacional. E logo aos 22 anos receber dele a missão de ser a coordenadora de produção da terceira edição do evento. Tudo na base do “se vira aí, garota”.

Após passeios pela obra, jantares para as bandas em casa e outras poucas lembranças de 1985, passando pela curtição de visitar os camarins e os shows que quisesse de 1991, a “mamata” acabou para Roberta Medina em 2001. Mal atingiu a maioridade, e já assumia um cargo de grande responsabilidade na gerência do maior festival de música do país. Tudo isso, vale lembrar, sob os olhares críticos de quem via nela “uma patricinha”, ou então, “a filha do homem”.


Foi com a melhor equipe de produtores do país que ela cresceu e apareceu. Dez anos depois, Roberta Medina não é apenas a vice-presidente do Rock in Rio 2011, que tem início no próximo dia 23 de setembro. Aos 33 anos, a empresária hoje tem no currículo seis edições do evento realizadas na Europa – para onde se mudou de vez. Hoje mora em Lisboa, Portugal, cidade que já recebeu, para inveja dos cariocas, quatro edições do Rock in Rio em menos de uma década. Em suma, tem hoje experiência de sobra.

Pincelamos neste post um pouquinho do que a moçoila fala. Se animar, veja aqui a íntegra.

Sua vida profissional é toda guiada pelo Rock in Rio?

Não é que seja guiada, mas é uma parte grande, digamos que 50% do meu tempo são para outros projetos. Metade, portanto, para o Rock in Rio. O fato de crescer perto dele, ter o presidente que é o Roberto [Medina, pai], e ter um time forte, faz com que a gente se divida, pois ele [festival] é uma empresa. Dá “muuuuito” trabalho. A gente, então, vai se multiplicando.


O que é muito engraçado para mim também é que o Rock in Rio é como se fosse um irmão. O Roberto é apaixonado pelo projeto, é o filho querido dele. Tudo o que passou de ruim, superações, estar presente hoje em três países [Brasil, Espanha e Portugal], é tudo muito emocionante. Somos todos parte de uma máquina que fez o festival crescer!


Você chama sempre o seu pai de Roberto?

Não, não, chamo ele de pai, se chamasse de Roberto ele ficaria mal humorado comigo. Mas profissionalmente eu prefiro chamar de Roberto.


Qual a lembrança que você tem da época que o seu pai organizou o primeiro Rock in Rio, em 1985? Você já tinha alguma noção do que representava o festival para o país?

Nenhuma dimensão. Tenho apenas memórias de brincar com produtos oficiais. Eu fui em dois dias, fiquei nos bastidores, lembro de botar gel colorido no cabelo, que era moda na época, e óculos coloridos. Tantas coisas divertidas. Lembro também de me perder na obra (risos). Estava ao lado de uma tenda, e eles [pai e funcionários] do outro. Quem me achou foi um funcionário do meu pai. Eu fiquei aos prantos. Lembro também de um jantar em casa para todos os artistas. Era uma sensação, uma euforia enorme de ter um jantar grande, empresários me dando presentes. Tenho também duas imagens na cabeça; uma é a Nina Hagen, e outra é a Rita Lee. Os cabelos coloridos me chamavam a atenção. [não à toa: até hoje ela gosta de pintar o cabelo com cores, digamos, extravagantes].


Em 2001, com apenas 21 anos, você assumiu o controle da produção do Rock in Rio. Você não se achava muito nova para tamanha responsabilidade? Como foi encarar tudo aquilo?

Assumi a coordenação de produção, o que foi uma insanidade do meu pai. Alguma razão ele deveria ter, porque eu não produzia efetivamente, eu geria informação apenas. Eu assumi mais responsabilidade do que eu poderia. Mas funcionou bem porque eu tinha a melhor equipe de show business do Brasil para me ajudar. Eu geria equipe, tinha que ler contratos, autorizar pagamentos, mas é claro que o planejamento minucioso não fui eu quem fez. Eu brinco que aquela edição foi mestrado e doutorado em nove meses muito intensos. Eu não tinha a mínima ideia do que eu tinha que fazer, não parei para pensar. No final foi muito pesado e quando acabou eu não queria ver nada do festival. Somente três meses depois eu quis ver. A gente estava num auditório da ArtPlan [agência de publicidade dos Medina], e quando rolou uma [tomada] aérea da Cidade do Rock, só ali que eu entendi a dimensão. Fiquei presa à cadeira, paralisada com aquela imagem desconcertante de milhares e milhares de pessoas. Foi incrível.


Rock in Rio na Europa: de quem foi a ideia, como foi montar e fazer a consolidação do festival em Lisboa e, depois, Madrid?

Meu pai sempre quis estar presente em todos os continentes. Ele queria que os shows da terceira edição fossem em 2000, pra contrariar que o mundo fosse realmente acabar. E ele, grande sonhador, como a gente brinca, queria fazer isso no mundo todo. Mas voltar a fazer aqui já era uma loucura, a gente brinca que queríamos deixar o mundo pra depois. No entanto, sempre quisemos internacionalizar a marca. Um rapaz português, um empresário, sempre vinha dizer que queria levar o festival para Portugal. E a gente não dava muita atenção. Um dia dissemos: se você marcar reunião com o prefeito, der garantias de preparar o parque, os serviços que o festival necessita, vamos lá conversar. Em duas semanas ele marcou tudo, e mais duas semanas depois o Roberto estava lá. Ou seja, em um mês assinamos o protocolo. Aí entrou a produção. Acabou ficando para mim a função de ir até lá e ajeitar a produção.


Como está a sua rotina? Está tendo tempo para alguma outra coisa além de pensar no Rock in Rio 2011?

Trabalho, casa, casa, trabalho. Mas uma coisa eu posso dizer: Lisboa me ajudou a ter um equilíbrio maior. Voltar para o Brasil dez anos depois é como se fosse uma primeira vez. Eu ficava indo e vindo de Portugal, era muito intenso. Em março, sim, eu “cheguei” de vez. As coisas ficaram mais apertadas a partir de maio, mas como eu disse, hoje consigo conciliar melhor, a experiência européia foi muito positiva nesse sentido.


Vocês esperavam que os 700 mil ingressos se pulverizassem da forma que ocorreu? É em função do momento econômico do país, ou todo mundo estava com saudade mesmo?

Acredito que seja a soma das duas coisas. Havia, claro, uma saudade grande do festival, o público brasileiro tem esse sentimento de pertença em relação ao Rock in Rio. Ele é um evento à parte. É comparado como uma Eurocopa, em termos de relevância. É o nosso Woodstock, é marca cultural na vida de muita gente. Mas tem o momento eufórico do Rio de Janeiro e do próprio Brasil, o que não podemos deixar de lado também.


Após a confirmação do line-up, teve quem torceu o nariz para o festival por trazer bandas de rock meio “repetidas”, como foi o caso do Red Hot Chili Peppers, do Guns N´Roses, dentre outras. Qual foi o critério de escolha das atrações?

Foi puramente uma pesquisa de mercado justamente com o Ibope. De cima para baixo. Friamente falando é isso aí. Trouxemos quem o brasileiro queria ver.


A pior apresentação na sua opinião?

News Kids On The Block, em 1991. Os caras tocaram com a roupa que saíram do avião. Não dava, faltou produção.


Fonte: MSN

17 setembro 2011

O Canal 80 reprisa mais momentos da telinha

E aí, com saudades da sessão nostalgia?

O Canal 80 revira mais uma vez o baú para reprisar alguns bons momentos da telinha. Se você viu ou foi da época, okay. Senão, vale sempre perder algumas horinhas e deixar-se levar nesta viagem ao tempo.

No vídeo abaixo, postamos a entrevista recente do Seu Barriga ao CQC, Gentilli. Apesar das bobeiras do apresentador, até que a mesma não foi assim tão ruim. De brasília amarela ... olha ele, olha ele!

Ator de Chaves arranha no português:

Na sequência, revemos o programa Geração 80, apresentado por Kadu Moliterno nas tardes de domingo, e com texto de Paulo Coelho. Neon, rampas e patinadores arrasavam na pista. Alguém lembra aí daquele clipe da Rita Lee? Pense rápido! Ele já passou por aqui, no vídeo da semana.



Outro programa que fez muito sucesso na época foi o Clip Clip apresentado por bonecos de teatro. Sob a direção de Boninho, ele foi ao ar na Globo, de 1984 a 1987, nas tardes de sábado e domingo. Em 86 passou a ser apresentado pela jornalista Lorena Calábria, que recebia os números musicais.

Chamadinha do programa com Maurício Mattar:


Redação Canal 80

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23 julho 2011

Personagens de "Roque Santeiro" invadem redes sociais

"Tuitização" das tramas começou com "Vale Tudo", uma das primeiras reprises do canal Viva

Dona Pombinha, quem diria, foi parar no Twitter. Toda madrugada, a partir da 0h15, a beata primeira-dama de Asa Branca se põe a vociferar no microblog contra a "indecência" que ameaça tomar conta da cidade com a inauguração da boate Sexus.

Assim como ela, têm perfil no microblog a virgem Dona Mocinha, a fogosa Viúva Porcina, a dona da boate, Matilde, e Sinhozinho Malta. Todos interagem e divertem os espectadores da madrugada.


A "invasão" dos personagens de "Roque Santeiro" nas redes sociais é um dos fatores que ajudam a explicar como as reprises de novelas dos anos 1980 caíram nas graças do público e alçaram o Canal Viva à condição de cult.


Fonte: Folha de S. Paulo

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@ Reprise de Roque Santeiro já é um dos assuntos mais comentados no Twitter

03 julho 2011

Em entrevista, os autores do "Almanaque Anos 80"

E dá-lhe memória afetiva!

Responda rápido: quantos joysticks você quebrou jogando Atari? Teve pesadelos com bonecos do Fofão? E ouviu Ultraje a Rigor, Ritchie e Dr. Silvana? Assistiu na Sessão Comédia a Super Vicky, A gata e o rato e Punky, a levada da breca? Tentou descobrir quem matou Odete Roitman? Fez bola de chiclete com Bubbaloo? Essas e outras recordações, descritas e ilustradas no livro "Almanaque dos anos 1980" (Ed. Ediouro), foram pinceladas cuidadosamente pelos autores Mariana Claudino, 36 anos, e Luiz André Alzer, 39, autênticos personagens da época. Publicado em 2004, o livro é feito para a geração da década e também para aqueles que gostariam de ter dançado uma lenta ao som de Menudos ou assistido a filmes como "Os Goonies". Nesta entrevista, os autores contam como tiraram a poeira de episódios marcantes dos anos 1980.

Como foi feita a seleção dos eventos, personagens e invenções que marcaram a década de 1980?
Mariana — Fizemos um trabalho intenso na Biblioteca Nacional, pesquisamos jornais e revistas desde 1º de janeiro de 1980 — que teoricamente não é década de 80, já que a década começa oficialmente em 1981, mas resolvemos incluir — até 31 de dezembro de 1990. Passamos alguns meses vasculhando o que julgávamos interessante. Mais do que notícias, que serviram para contextualizar a época, a gente se deparou com anúncios e propagandas de brinquedos, guloseimas, tijolinho de cinema, grade de programas de televisão... O termômetro era a nossa lembrança e a lembrança dos amigos. Depois dessa fase de pesquisa, contamos com ajuda de amigos, sites e empresas e fomos à caça de fotos e mais informações.

Luiz André — O trunfo do Almanaque é misturar essa memória afetiva com dados precisos, datas checadas, informações de fato pesquisadas. Poderíamos simplesmente fazer um livro com as nossas saudades, mas a ideia era que fosse um retrato da geração. Daí a necessidade de checar se determinada banda só lançou um disco ou teve, realmente, alguma representatividade. E mais do que isso: por se tratar de um livro nacional, não dava para entrar algum produto ou personagem unicamente regional. Quanto às pesquisas, isso era quase uma necessidade nossa da profissão. Não queríamos um livro frouxo, apenas saudosista. Era preciso ir a campo, pesquisar em jornais, revistas, com empresas... Vale dizer que quando o livro foi lançado, em 2004, a quantidade de informações e fotos sobre a década na internet era muito limitada. Especialmente informações precisas.

Vocês acreditam que o almanaque abraçou todos os episódios marcantes da época ou tiveram que deixar de fora episódios interessantes?
Mariana — A gente incluiu muita coisa, mas são só 304 páginas para uma década inteira... Além disso, a ideia nunca foi fazer uma enciclopédia, um tratado ou um trabalho jornalístico. O que quisemos foi fazer um apanhado do que foi mais marcante e divertido para a geração que era criança/adolescente na época. O livro tem muito desse lado divertido, lúdico mesmo.

Luiz André — Deixamos propositalmente de fora alguns acontecimentos marcantes da década. Por exemplo, a queda do Muro de Berlim, já no apagar das luzes da década, não está no livro. É indiscutível que foi um dos fatos mais relevantes da década, mas não era um símbolo daquela geração, mas sim dos nossos pais. Assim como também não entraram as mortes de ícones com Elis Regina e Garrincha — dois personagens brasileiros fundamentais, mas muito distantes da juventude/infância da década. Por outro lado, falamos de economia, mas por uma outra ótica. Destacamos, por exemplo, o que se dava para comprar com a nota de ‘um barão’ (ou mil cruzeiros) ano a ano, e fica evidente a desvalorização da moeda. Ou seja, é uma forma de falar de inflação, só que como atingia as pessoas.

Quais desses episódios, vocês apontariam como os mais interessantes publicados no almanaque?
Mariana — O Almanaque trabalha muito com a questão da memória afetiva, então isso acaba sendo uma resposta muito pessoal, e a minha resposta pode parecer um pouco alienada, mas não é, porque a ideia do livro é matar saudade, emocionar quem era criança, jovem naquela época. Por isso, para mim, o que é mais interessante no Almanaque pode não ser o mais representativo politicamente, por exemplo. Eu fui ao comício das Diretas Já com a minha mãe, aos 10 anos, tinha consciência política, mas gostava mesmo era das minhas Barbies. As novelas e programas de televisão dos anos 1980 são, na minha opinião, imbatíveis. Atualmente, vejo a reprise de Vale tudo e percebo como aquela década foi interessante também por esse ponto de vista. Ao mesmo tempo, a nossa pesquisa revelou algumas informações engraçadas e pitorescas que pouca gente sabia: José Mayer, por exemplo, dublava a voz do Burro Falante, do Sítio do Pica-pau amarelo. Ou que Moacyr Franco fez teste para ser o Bozo...


Luiz André — Para mim, o emblema da década é o rock brasileiro, com pesos pesados como Titãs, Legião Urbana, Paralamas, Barão Vermelho e Cazuza, Ultraje a Rigor... É a trilha sonora que marcou toda uma geração e que influenciou quase todo o rock que veio depois. Mas foi também a época em que a televisão teve alguns marcos importantes: as novelas de humor no horário das sete — que teve como ícones Guerra dos sexos e Que rei sou eu? —, que perduram até hoje. A linguagem de videoclipe e quadrinhos de Armação ilimitada e que até hoje é repetida nos programas jovens, inclusive os da MTV. E o humor escrachado e meio anárquico da TV Pirata e do Perdidos na noite, do Fausto Silva, que inspiraram quase todos os programas de hoje em dia. No esporte, um dos marcos dos anos 1980 foi a Fórmula 1. Nós conquistamos cinco títulos mundiais na década: três com Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987) e dois com Ayrton Senna (1988 e 1990), que transformou o Tema da vitória num clássico dos anos 1980.

E por que a década de 1980 exerce tanto fascínio não só nas pessoas que a viveram, como também em jovens que não viveram, mas gostariam de ter experimentado tudo o que se passou no período?
Mariana — Lembro que nos anos 1980 o revival era dos anos 1960. Na minha opinião, é preciso um distanciamento de tempo para rever e relembrar uma década. Hoje, estamos na época de relembrar os anos 1980, e daqui a pouco é a vez de lembrar os anos 1990. Sou suspeita para falar, mas os anos 1980 são muito particulares: início da era tecnológica, anistia e abertura política, movimento do rock nacional, nova linguagem de humor na televisão… Foi uma época de transição, e isso causa um certo encanto.


Luiz André — Nela vimos a geração da transição. Juntou o analógico, que vigorou até os anos 1970, com o digital, que explodiu nos 1990. Talvez tenha sido a única geração em que a garotada teve tanto fascínio pela tecnologia do Atari e pela ‘novidade’ do videocassete quanto pelos jogos de tabuleiro, como War, Detetive, Master... Sem contar que é uma geração muito mais descompromissada, menos sisuda como as das décadas anteriores, que tinha uma bandeira para lutar. Foi a primeira geração depois de longos anos que poderia se expressar livremente, que podia tanto discutir as Diretas Já e dar um voto de protesto no Macaco Tião quanto dançar ao som de Dr. Silvana e Metrô. E esse fascínio com a garotada de hoje em dia também se deve a um ponto importante: quem tem hoje entre 35 e 50 anos, que viveu intensamente os anos 1980, hoje é pai/mãe de crianças e adolescentes. É natural que queiram mostrar para seus filhos o que de bom teve na sua época.


Fonte: Correio Braziliense

23 junho 2011

Mais um clássico dos anos 80 será refilmado

"Jogos de Guerra", de 83, trazia Matthew Broderick com um "hacker" nos tempos da Guerra Fria

Raridade! Reveja o trailer

Hollywood segue apostando numa grande festa ploc cinematográfica e agora é a vez de "Jogos de Guerra" ganhar uma refilmagem. O clássico cult de 1983 — no qual Matthew Broderick interpreta um gênio dos computadores que quase inicia a 3ª Guerra Mundial por acidente — será refilmado pela MGM, com direção de Seth Gordon, segundo o Deadline.com.

Gordon ficou conhecido com o documentário "King of Kong", que acompanha o professor de álgebra Steve Wiebe em sua missão de bater o recorde mundial do jogo "Donkey Kong", que na época pertencia a Billy Mitchell. Ele também dirigiu a comédia "Horrible bosses" ("Quero Matar meu Chefe"), com estreia prevista para julho, no qual trabalhou com um elenco estelar: Colin Farrell, Kevin Spacey, Jennifer Aniston, Jason Bateman, Jason Sudeikis e Jamie Foxx.


Hollywood tem visto a cinematografia dos anos 1980 como um pote de ouro. Alguns clássicos da época já ganharam novas versões ("Karate Kid" e "Footloose") ou continuações ("Tron") e novos projetos não param de surgir. Fala-se sobre a refilmagem de "Hellraiser", "A hora do pesadelo", "Amanhecer Violento", "O último guerreiro da estrelas", entre outros. A MGM tem dois projetos na manga: "Robocop", que será dirigido pelo brasileiro José Padilha, e "Carrie, a estranha".


O "Jogos de Guerra" original traz Matthew Broderick como um gênio dos computadores que invade sem saber uma rede militar que tem o controle do arsenal nuclear dos EUA. A máquina desafia o garoto para um jogo que pode levar à guerra nuclear com a União Soviética.


Com o fim da Guerra Fria, o surgimento da internet e a sofisticação dos sistemas computacionais, a história certamente sofrerá algumas modificações para a nova versão, mas espera-se que a conclusão pacifista seja a mesma: numa guerra, a única forma de vencer é não lutando.

Fonte: Agência O Globo

26 maio 2011

Do Baú: Leda Nagle entrevista Xuxa

Em 2011, apresentadora fez 25 anos de Rede Globo

Essa é pra assistir de cabeceira. Em 1986, a jornalista Leda Nagle, atualmente no comando do Sem Censura, programa diário de entrevistas na TVE/TV Nacional, fez história na telinha da Globo. De 1977 a 1989, ela trabalhou na emissora, onde entrevistava músicos e artistas para o Jornal Hoje.

Aqui, ela entrevista ninguém menos do que Xuxa, recém contratada na emissora:


Quanta diferença para este reencontro em 1987!!! O ano seguinte, então .... Este LP, "Super Xuxa contra o baixo-astral". Não é que sempre tinha um álbum de figurinha? Levanta a mão quem não viveu pelo menos um pouquinho disso? rs A qualidade do material está péssima, mas vale rever esta raridade do ano de 1988.

Com informações da Rede Globo.

Redação Canal 80

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17 maio 2011

ACONTECEU: Reveja o Especial da RedeTV sobre os anos 80

Que turminha! Nasi, Roger, Kid Vinil, Liminha, Frejat e outras figuras da época

Reveja aqui o programa sobre o BRrock


Descendo as escadas num cooper rápido e carregando nos braços dezenas de LPs e compactos raros, Nasi, empolgadíssimo, senta num sofá espaçoso em sua casa e parte, dali em diante, para um revival do que foram os anos de ouro do rock brasileiro.


Ex-vocalista e mentor do Ira!, Nasi coleciona boas histórias dos anos 80 e conta neste especial da RedeTV! como ganhou a aura de encrenqueiro: tudo por conta de um episódio não muito saudável de sua visita aos bastidores de um grande jornal paulista.


Roger, do Ultraje a Rigor, também dá o ar da graça e relembra que há 30 anos o verdadeiro rock nacional trazia questões politizadas, sociais e dava um chega pra lá na ditura. Hoje em dia as coisas são bem diferentes na visão do músico. “Todos estão consumindo a mesma fórmula de sucesso, o rock não é mais feito com a alma”.


Kid Vinil, outra figura da época, aposta nas palavras de Roger, mas acredita que tem banda nova mostrando serviço por aí. O ex-vocalista do Magazine anda escutando o rock-tropicalista do Garotas Suecas e algo do rock-rural do Charme Chulo.

Kid teve um papel importante na montagem do esqueleto do rock oitentista. Ele foi um dos caras que trouxe as referências inglesas do punk e da new wave para o Brasil. Kid morou um ano em Londres e quando voltou ao Brasil inaugurou uma rádio que, não só divulgava as bandas da cena européia como também dava espaço para músicos do rock underground.


O especial anos 80 da RedeTV! também recebe o desbocado Marcelo Nova, ex-Camisa de Vênus, Clemente, do Inocentes, Biquini Cavadão, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso, Titãs, o fã César Gavin, o produtor musical Liminha e, claro, a canja de Frejat, do Barão Vermelho.

Fonte: Whiplash

12 outubro 2010

Filha de peixe ...

Aos 11 anos, filha de Renato Aragão pretende seguir carreira do pai

Lívian Aragão está naquela fase em que já não é mais criancinha, mas ainda não é adolescente. Aos 11 anos, a filha de Renato Aragão e Lílian Taranto está em um momento de descobertas, inclusive no que diz respeito ao pai famoso, com quem já fez seis filmes, além de trabalhos na TV.

"Sempre acompanhei meu pai. Mas de uns tempos pra cá, tive uma noção maior de que ele é um gênio. Comecei a descobrir que ele marcou várias gerações faz pouco tempo, há uns quatro anos", conta ela que está revendo quadros e filmes da época dos Trapalhões nessa fase de descobertas.

"Até já tinha visto, mas era muito pequena e não entendia bem. Mas de tanto os amigos comentarem que viram algo dele no Youtube e que morreram de rir, resolvi pesquisar também", conta ela, que quer ser atriz apesar de certos protestos de Renato. Ele inclusive brecou dois convites que a filha recebeu para fazer novela.

"Foi no ano retrasado e outro no ano passado. Mas não fiquei chateada, não. Acho mesmo que era muito nova para encarar uma novela. Meu pai me apóia em tudo o que faço. Ele me dá muitos conselhos e, acho que o principal deles é ser uma pessoa focada, concentrada quando estiver atuando", diz ela com a propriedade típica dos 11 anos para em seguida emendar: "Tomara que eu consiga seguir essa carreira e continuar sendo atriz. Se não der, acho que seria jogadora de futebol ou vôlei", conta Lívian que é praticante dos dois esportes.

Ela também demonstra maturidade quando perguntada se já ouviu críticas a respeito do seu trabalho, como o fato de só estar na TV por ser filha do humorista.

"Ah, tem sempre alguém à toa para falar, né? Mas eu não ligo, não", diz rindo, para depois revelar que o pai divide espaço na categoria dos seus ídolos com os Jonas Brothers e Hannah Montana. Mas Renato, é claro, vence a competição de longe no coração da filha.

“Digo para a minha mãe que nasci da barriga do meu pai. Se tivesse nascido da barriga dela, teria nascido de olho azul e seria alta. Sou muito grudada com ele”, brinca ela com a semelhança que tem com o paizão.

Fonte: EGO

Sobre segundo filho, Xuxa diz: "Estou viva, tudo é possível"

Leia entrevista do Dia dos Baixinhos

Poucas estrelas do showbiz mergulharam tão intensamente no universo infantil como Xuxa Meneghel. A apresentadora - que há quase três décadas se dedica a programas e projetos para crianças - acaba de lançar a décima edição do DVD "Só para baixinhos" e festeja o reconhecimento do público.

Neste dia das crianças, Xuxa relembra a sua própria infância - quando "tudo era bom, tudo era mágico" - e revela que a possibilidade de um segundo filho não está descartada. "Estou viva, então tudo é possível". A apresentadora já é mãe de Sasha, de 12 anos, da união com Luciano Szafir.

Você acaba de lançar o a décima edição do XSPB, projeto bem sucedido entre público e crítica. Como avalia todos estes anos de trabalho para crianças?

Eu aprendi muito e continuo aprendendo todos os dias com as crianças. Os dvds XSPB são resultado de aprendizado. Fazemos pesquisas, temos a consultoria de psicólocos, professores, cientistas, pedagogos e a minha intuição. O objetivo é divertir, ensinar, desenvolver as capacidades da criança de forma lúdica e criativa.

E o resultado é o reconhecimento das mães, que me encontram e dizem o quanto os filhos amam assistir aos DVDs. Até os baixinhos especiais curtem. E os DVDs ainda ajudam no desenvolvimento deles. E, mais que tudo, o abraços apertados, os sorrisos, os beijos que eles me dão, as músicas que sabem cantar, as coreografias que aprenderam....

Os fãs podem esperar outras edições no futuro?

Claro. Já estamos pensando no repertório do 11. O XSPB não tem data para terminar.

Além do XSPB os fãs podem contar com outros projetos para o público infantil? Alguma novidade à vista?

Sempre. Mas vão ter que esperar...

O que significa para você o título "Rainha dos Baixinhos"?

Não é o título que importa, e sim o que significa . Foram eles que me colocaram neste lugar tão especial dentro da vidinha deles... É bom demaisssssssssss!

Acredita que haverá, em algum momento, uma sucessora para este título?

Espero que tenha sempre alguém trabalhando para as crianças. Elas só têm desenhos animados.

Você teve apenas uma filha, a Sasha. A possibilidade de um segundo herdeiro está totalmente descartada?

Estou viva, então tudo é possível. Pode ser que sim.

Sua filha está crescendo e daqui a pouco se torna uma mulher... Como será a "vovó Xuxa" no futuro?

Uma vovó cheia de histórias pra contar e muito amor.

A Rainha também foi criança um dia. Quais suas maiores e mais marcantes recordações da infância?

Tudo era bom, tudo era mágico, tudo era de um tamanho diferente do que tem hoje em dia. Os cheiros eram mais gostosos e o gostos muito mais saborosos.

Teve um dia das crianças inesquecível? Como foi?

Dia da criança é o niver do meu irmão, os maiores e melhores presentes sempre foram pra ele, mas minha mãe nunca deixou de batalhar pra me dar alguma coisa. Minha mãe sempre foi o melhor presente.

Se você pudesse voltar a ser criança só neste dia, que presente gostaria de ganhar?

Ser criança por um dia já seria o melhor presente que um adulto poderia ganhar.

Fonte: EGO

11 outubro 2010

Revival: A Barbie e o Ken de "Toy Story"

Brinquedos 80istas voltam com tudo, para alegria de pais e filhos

Cena do filme: Barbie conhece o Ken

Como acreditamos que todo dia é Dia das Crianças. O fator presente rima mesmo com diversão e muuuuita, diga-se de antemão. Então, falar de cinema, música ou infância é algo que traz sempre grandes lembranças e, mais do que isso, desperta em nós aqueeeele sorriso.

Lembramos neste post do casal mais famoso da infância de muita garotona por aí. É. Barbie e Ken eram, de longe, o objeto de cobiça.(risos) Impressionante até constatar como o modelo 'loira, magra' virou padrão de beleza. Aliás, a cinquentona não envelhece jamais. Hmmmm ... Por que será mesmo?

Brinquedos que também entraram no revival, como Playmobil (ad eternum), Meu Pequeno Pônei, a onda Transformers ... No filme "Toy Story 3", por exemplo, vemos o Ken de volta. O boneco com roupa de safari e que vinha com um chimpanzé foi baseado em "Animal Lovin'Ken", de 1988. Já a loira, com roupinha de ginástica, é baseada na "Great Shape Barbie", de 1983. E aí, já teve algum destes?

O casal de bonecos do filme (foto acima) foi posto à venda pouco antes da estreia. Em bom português, voltou a ser produzido (o que deve-se muito à estratégia para o lançamento do filme). Segundo a blogueira Lia Camargo, que relatou saudosamente essa memória, a Barbie pode ser encontrada na loja Ri Happy por "módicos" R$ 49,99. Há ainda outras 3 bonecas (imagem abaixo) que serão vendidas separadamente por $17.95 e que homenageiam Buzz, Woody e os Aliens.


Redação Canal 80, com informações do blog Just Lia.

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Dinho relembra (em vídeo) brincadeiras de infância


Ser criança é ...

Pelos bons tempos de infância do que você brincava? Faz teeeeeempo? Se não tiver um sobrinho (a) ou os filhos já estiverem crescidos, a memória deve pairar lá pelos anos 80. Certo? Um pouquinho antes, para alguns (risos).

E como a zona aqui é 80ista, zapeamos este relato bem divertido feito por Dinho e amigos ao TV Xuxa. Curiosidade: O que será que eles faziam quando ninguém estava olhando? Veja o vídeo!



Aqui pelo blog, vale os jogos da novela Ti ti ti e alguns desenhos favoritos.

Redação Canal 80

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29 julho 2010

O Canal 80 revê dois grandes momentos da telinha. Confira!

Perdeu as versões de Xuxa e do mini Jackson? Reveja aqui!

Sexta-feira chegando. Enquete encerrada sobre a melhor versão da abertura de Ti-ti-ti ... Clipe da semana traduzido, blog com webradio (basta acessar pelo site do programa e clicar no blog que ...). Por lá você encontra também a agenda das festinhas movimentadas pelo DJ Ernani. Oba!!! Só coisa boa para começar ...

E, com 54% dos votos, na preferencia dos visitantes, quem leva o título de melhor intérprete para "Ti-ti-ti" é o grupo Metrô. Já Rita Lee e ambas as versões empatam com 23%, segundo nosso público 80ista. Eita saudosismo! Sinal também de que a vovó do Rock não anda fazendo feio, né? Brigadú aos 13 participantes que colaboraram.

Destacamos também neste artigo, dois momentos divertidíssimos (e recentes) da televisão brasileira. YES!!! Duas* dublagens feitas no palco provaram que humor e criatividade temos mesmo de sobra. No primeiro vídeo, vemos um garotinho de apenas 3 anos que vem bombando na net, graças a imitação de Michael Jackson. Antes disso, mais precisamente no último dia 17, foi a vez do ex-Dominó, Rodrigo Faro, fazer mais um "dança, gatinho" especialíssimo para nós.

Então, posicione-se na poltrona que tem diversão garantida!

Semifinais de 'Qual é o seu talento?'



E, resgatando ... Cyndi Lauper? Não. É a mini Madonna agora.



Será que nossos ídolos aprovariam? (risos) Na brincadeira vale tudo, né?


Vale a pena rever. "É tão bom (...)/Bom estar contigo na televisão".

Redação Canal 80

13 julho 2010

O Dia Mundial do Rock completa 25 anos nesta terça

Graças à Bob Geldof, 13 de julho foi batizado com um mega concerto para bilhões

Há 25 anos um sujeito chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, promoveu um concerto beneficente que dá o que falar até hoje. Realizado simultaneamente em Londres e na Filadélfia, ele foi transmitido para milhões de telespectadores. O motivo? Levantar fundos e chamar a atenção de todos para as vítimas da fome na Etiópia. Era 13 de julho e essa data passava a ser conhecida como o Dia Mundial do Rock.

Voltando mais um pouquinho no tempo ... O Muro de Berlim ainda estava de pé e a AIDS surgia como a nova epidemia mundial. De lá pra cá, muita coisa mudou. Inclusive, o rock. Mas, vamos ao que interessa ... Música boa, jamais envelhece ou morre. Concordam?

Vai aí um alô da banda de Bob Geldof? (Band Aid)


E, olha o George Michael aí, geeeente!!!

Aplausos também para Freddie Mercury (não o prateado. rs)


Anos mais tarde, você já sabe. A história se repete com o Live 8, em 2005. O objetivo era pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa das nações mais pobres. Mas, foi nos anos 80 que toda essa história começou. Rock, solidariedade, o globo em prol de uma causa.

Como dizia o repertório do Queen: The show must go on ... Um brinde! Tin-Tin ...

Redação Canal 80

05 julho 2010

DICA DO MÊS: Velhos novos hits na vitrola

Prateleira pronta: Leve a pista de dança pra casa!

Em posts anteriores vocês puderam conferir algumas versões para antigos e novos sucessos. Velhas novas bandas de volta. Remistura de hits a toda hora. Falando assim ... A moda toma emprestada as mais variadas tendências também no cenário musical.

Grata surpresa, se embalada em outros estilos, como Jazz, Bossa ou numa lentinha declarada. Tudo assim ... Com cheiro de naftalina, mas em uma nova roupagem.

O post dedicado à primeira semana de JULHO vem chegando com dicas de peso para consumidores curiosos adotarem em suas prateleiras. Ou, vale também deixar rolando no iPod, YouTube, etc ... Estejam à vontade!

A Dica do Mês vai então para os CD's "Hollywood, Mon Amour" e as coletâneas de "Jazz and 80's". Apesar de não serem assim uma novidade no mercado. O material já pode ser cultuado por ouvidos mais aguçados. Em uma viagem deliciosamente 80ista eles revelam um som primoroso que promete fazer sua turma dançar ou pelo menos, viajar e muuuuiiiiiito. As 'raridades' podem ser facilmente encontradas nas lojas Saraiva e Nobel (sim, as livrarias!).

Difícil mesmo é eleger UMA, mas na seleção abaixo tentamos dar uma palhinha ...

Albúm: Hollywood, Mon Amour
Tema do filme "Arthur"


Footloose


Saca só o setlist (ouça aqui):



1. Call Me - performed by Skye / Theme from the movie American Gigolo(1985)

2. Eye of the Tiger - performed by Katrine Ottosen / Theme from the movie Rocky III (1980)
3. When Doves Cry -performed by Nadeah / Theme from the movie Purple Rain (1984)
4. Cat People - performed by Dea Li / Theme from the movie Cat People(1982)
5. A View to a Kill - performed by Skye / Theme from the movie A View to Kill (1982)
6. Flashdance (What A Feeling) - performed by Yael Naim / Theme from the movie Flashdance (1983)
7. Footloose - performed by Cibelle / Theme from the movie Footloose (1984)
8. This Is Not America - performed by Juliette Lewis / Theme from the movie The Falcon & The Snowman (1985)
9. Arthurs Theme (Best that you can do) - performed by Nadeah / Theme from the movie Arthur (1981)
10. Reality - performed by Nancy Danino / Theme from the movie La Boum (1984)
11. Forbidden Colours - performed by Nadeah / Theme from the movie Merry Chrtistmas Mr. Lawrence (1983)
12. For Your Eyes Only - performed by Dea Li / Theme from the movie For Your Eyes Only (1981)
13. Dont You (Forget About Me) - performed by Leelou / Theme from the movie The Breakfast Club (1985)
14. Take My Breath Away - performed by Inga / Theme from the movie Top Gun (1986)
15. Together In Electric Dreams - performed by Nadeah / Theme from the movie Electric Dreams (1984)
16. Its Wrong for Me to Love You - performed by Bianca Calandra / Theme from the movie Butterfly (1982)

Coletânea Jazz and 80's

Every Breath You Take


Tainted Love


Like a Virgin


Nas telas ou no player .... Really cool songs! Crime mesmo seria não ouvi-las!

Redação Canal 80

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23 junho 2010

Copa: Júnior canta "Voa Canarinho"

Veja a música que embalou o Mundial de 82

E, ainda no embalo da seleção canarinho. Que venha: Braaasiiiiiiiill!!! Mesmo sem Kaká e Elano, vamos que vamos .... Que atrás, bem coladinho, vem Portugal.

Mas, enquanto a gorducha não rola pelos gramados ... Voltamos ao anos de 1982, Copa da Espanha. À época, o jogador Júnior, além de bater um bolão, gravava também uma música que ficou para a história. Você se lembra? Mais conhecida como "Voa Canarinho", tinha o título original "Povo Feliz".

Sucesso de vendas, o sambinha caiu mesmo no gosto popular. Prova disso é que quase três décadas depois ninguém esquece. Vamos lá? Bola na rede para o Vídeo Show, novamente!

Veja o vídeo:


Com informações da Rede Globo.

Redação Canal 80

Copa: Você se lembra do Arakém, o Showman?

Personagem foi a cara do Mundial de 1986. Reveja!

O Brasil inteiro está no clima da Copa do Mundo .... E, para não fazer feito, o báu da Copa relembra esta semana um personagem que foi a cara do Mundial na década de 80. Sabe quem? Ele mesmo! Arakém, o Showman.

No vídeo-raridade abaixo, o programa Vídeo Show foi até os arquivos da emissora para resgatar essa figuraça. Vamos rever?

Pra história, o personagem de Barrinhos Freire


Com informaçoes da Rede Globo.

Redação Canal 80

19 junho 2010

Por onde anda Rosinery Mello, a Fogueteira do Maracanã?

Capa de 'Playboy' em 1989, hoje ela comanda um bar em Araruama, na Região dos Lagos

Reveja a farsa do Chile, na Copa de 89


Natural de São Gonçalo, mas morando em Araruama, Rosinery Mello vive atualmente como qualquer mulher anônima de 45 anos: casada, com filhos, adora um pagodinho, um churrasco de fim de semana, umas férias arretadas em Belém e um agito no bar que ela comanda, na Região dos Lagos, no Rio. Mas para quem não está ligando o nome à pessoa, Rosinery é também conhecida como a Fogueteira do Maracanã, alcunha (e fama) alcançada graças ao rojão lançado em pleno campo do jogo entre Brasil e Chile, nas eliminatórias da Copa de 90, na Itália.


Era 3 de setembro de 1989, o Maracanã estava lotado. O Brasil vencia o Chile por 1 a 0. O clima era tenso, pois se, o Brasil perdesse, seria eliminado, ficando pela primeira vez fora de uma Copa. Até que, no segundo tempo, um rojão foi lançado por Rosinery próximo ao goleiro Rojas, que caiu no chão. O chileno foi retirado de campo ensaguentado, ferido supostamente pelo artefato.


O jogo ficou parado por cerca de 20 minutos, quando o juiz encerrou a partida. Até descobrirem que tudo não passou de uma farsa – Rojas havia se cortado com uma lâmina escondida na luva – Rosinery, então com 24 anos, tornou-se a vilã fogueteira. A Seleção corria o risco de ser suspensa por mau comportamento da torcida. Com tudo esclarecido, porém, Rosinery passou de traidora da pátria à musa do futebol. Posou nua para a “Playboy”, deu entrevistas, teve seus 15 minutos de fama.


O fato aconteceu há 21 anos, mas Rosi, para os íntimos, ainda é lembrada em comunidades do Orkut, fóruns nada educados sobre as piores capas da “Playboy” (competindo lado a lado com Hortência, ex-jogadora de basquete) e matérias, como esta, de quatro em quatro anos, quando acontece alguma Copa do Mundo.


Mas a dona dos olhos verdes que virou musa repentina por conta de um entrevero, tal qual uma Geisy Arruda do fim dos anos 80, quer ficar em paz. Não dá entrevistas, vive sua vida rodeada de amigos em Araruama, venera o filho militar e o marido, parceiro de cervejas e churrasquinhos no espeto.


Segundo sua página no Orkut, ainda gosta de futebol - é Fluminense de coração -, mas pratica mesmo vôlei e frescobol nas praias da região. Ainda em seu perfil, diz que, na cozinha, seu tempero é o melhor. Sorte do marido e dos moradores de Araruama, que provavelmente degustam os quitutes de Rosinery servidos no animado bar comandado por ela.


Fonte: EGO

10 junho 2010

Copa: Viviane Araújo relembra derrota brasileira em 1982

Musa vascaína guarda lembranças do mundial

Nunca diga que Viviane Araújo é uma leiga em futebol. Praticamente casada com o jogador Radamés e musa da torcida do Vasco, a rainha de bateria do Salgueiro guarda muitas lembranças dos mundiais de futebol. “Chorei muito quando o Brasil foi eliminado na Copa de 1982. É a minha primeira recordação sobre Copas. Lembro o meu pai brigando comigo porque eu não parava de chorar”, diz.

Quando perguntada sobre seu jogador favorito na seleção brasileira, Vivi não titubeia: “Gosto do futebol do Robinho, do Kaká e do zagueiro Lúcio. São três craques.” Mas se a pergunta é sobre o jogador mais sexy, ela é direta: “Radamés para mim é o mais sexy. Não vou citar ninguém da seleção.”

Fonte: Extra Online

30 março 2010

Alguns famosos que "saíram" do armário

De 80 pra cá, veja os assumidos (que não sumiram)

Postamos abaixo os seguidores do "vida loca" Ricky Martin. Como são muitos, alguns mesmo inimagináveis como é o caso do vocalista do Judas Priest, revertemos a lista para os anos 80 ou de ícones que marcaram a época.

Independente da escolha e do sucesso musical, deixamos claro não fazer qualquer apologia ao preconceito. Aos nossos favoritos, muitas felicidades sempre!

A lista começa com a cantora Marina Lima que nos idos de 1983 assumiu sua bissexualidade em entrevista à revista "Slogan":


Em 1989, o ator Ruppert Everett foi um dos primeiros a assumir sua homossexualidade:

Quem não se lembra de George Michael sendo preso em banheiro de Los Angeles com outro homem? O ano era 1998:

Juntos desde 1993, Elton John e o diretor de cinema David Furnish oficializaram a relação em dezembro de 2005:

Michael Stipe, do R.E.M, acabou com a especulação sobre sua preferência em 2008:

Será que eles são? A dupla Pet Shop Boys se tornou um dos ícones do movimento GLS a partir dos anos 80, assim como seus membros: Chris Lowe (à esq) e Neil Tennant.



As informações são do UOL.

Redação Canal 80

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